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Especialistas alertam para a disfunção entre vacinas e extirpes ativas em cada ano. E um estudo indica, agora, que a eficácia da vacina da gripe é muito inferior à de outras doenças.

A vacina contra a gripe recomendada pela Direção-Geral da Saúde (DGS) pode ter uma taxa de eficácia muito inferior ao esperado, segundo alertam os especialistas, tendo em conta situações similares em outros países e tendo também em atenção os resultados de um estudo, que indicam que a eficácia da vacina da gripe é inferior à das vacinas dirigidas a outras doenças.

A vacina da gripe é concebida para imunizar contra a extirpe sazonal do vírus da gripe, que este ano é predominantemente do tipo influenza A (H3N2), uma extirpe particularmente agressiva para alguns grupos da população, particularmente entre pessoas muito idosas com outras comorbilidades. Nos últimos anos, tem sido outro subtipo do vírus Influenza A o predominante: o H1N1, que causou a que ficou conhecida como “Gripe suína” e que, quando surgiu, em 2009, gerou grande alarme público.

De acordo com informação oriunda de diferentes centros de vigilância mundiais, o H1N1 não é o vírus influenza

A mais prevalente em 2017, mas sim um outro subtipo: o H3N2, também do tipo A. No Brasil, por exemplo, dos casos de gripe identificados este ano, apenas 2% foram registados como sendo H1N1, ao passo que na maioria dos casos foram identificados como H3N2.

Foto: globo

 

Eficácia de apenas 10% 

No início do mês, peritos de saúde dos Institutos Nacionais de Saúde estadunidenses e da Organização Mundial de Saúde (OMS) alertaram para o facto da vacina administrada este ano no EUA ter uma eficácia de apenas 10% face ao vírus dominante no país, o H3N2.

Filipe Froes, consultor da DGS para a área das doenças respiratórias desvaloriza esta falta de eficácia. “A vacina da gripe, para além de prevenir(!) a doença, previne(!) complicações mais graves. Um efeito que deve ser valorizado e que leva a que se recomende a vacinação a todos os indivíduos integrantes de grupos mais vulneráveis”, explica ao Jornal Económico. Além disso, acrescenta, “sempre é melhor uma proteção de 10%-20%(!) do que nenhuma, que é a alternativa”.

 

Michael Osterholm de UM Zentrum (Alemanha) para o estudo de doenças infecciosas, analisou mais de 12.000 estudos, documentos e notas, cuja origem remonta, em parte, até à década de 1930, e concluiu que não há evidência sólida de que a vacina contra a gripe pode dar à maioria das pessoas, uma protecção real contra a doença.

 

Vacina da gripe não passa de uma ilusão

"O estado actual da pesquisa de vacinas, no entanto, não pode ser aceite por mais tempo." Osterholm disse, a actual vacina da gripe é uma ilusão como protecção e impede o desenvolvimento de vacinas mais eficazes ou que sejam tomadas medidas de protecção contra a gripe.

 

Protecção pelas vacinas contra a gripe, é coisa que não existe 
De acordo com o estudo, que foi publicado na revista (2011), diz que na melhor das hipóteses, apenas 1,5 em cada 100 adultos que receberam a vacina contra a gripe, realmente evitaram contrair a gripe. Porém, apenas 2,7 em cada 100 adultos, independentemente de terem ou não recebido a vacina da gripe ou não, é que apanhou mesmo a gripe, então os benefícios da vacina são, estatisticamente, negligenciáveis segundo este estudo em particular.

 

Resumo da matéria segundo Dr. Mercola
- A investigação crescente indica que receber a vacina da gripe anualmente pode ser uma má ideia para a saúde em longo prazo e que ela não funciona na verdade
- Uma análise da eficácia da vacina da gripe revela que, entre 2005 e 2015, sua eficácia foi inferior a 50% em mais da metade do tempo
- Estudos recentes mostram que a cada vacinação anual sucessiva da gripe, a proteção oferecida pela vacina parece diminuir. Ela também pode aumentar seu risco de contrair infecções de gripe mais graves

 

Vacina da gripe é associada a deficiências graves
Toda vacina carrega um risco de lesão ou morte que pode ser maior para algumas pessoas, e o possível risco de sofrer complicações da vacina da gripe que resultem em deficiências permanentes, como a paralisia da Síndrome de Guillain-Barré, é um risco que você precisa levar em conta toda vez que recebe a vacina da gripe.

A morte e deficiência completa causadas por complicações da vacina da gripe podem acontecer em pessoas sobretudo alérgicas e fragilizadas.

Portanto, é sábio considerar o risco de um possível efeito colateral enfraquecedor causado pela vacina associado à maior probabilidade de passar uma semana na cama recuperando-se da gripe. A maioria das mortes atribuídas à gripe é, na verdade, devido a complicações que resultam em pneumonia bacteriana e, diferentemente dos séculos anteriores, ela é tratada atualmente com procedimentos médicos avançados.

Conforme observado anteriormente pelo Dr. Mark Geier, que também é doutor em genética e passou 10 anos da sua carreira no Instituto Nacional de Saúde (NIH), a Síndrome de Guillain-Barré é um efeito colateral reconhecido da vacina da gripe. Inclusive já em 2003, o CDC reconheceu que a vacina da gripe causa um adicional de 1,7 casos da síndrome a cada 1 milhão de pessoas vacinadas.

Quando a vacina tem uma eficácia máxima de, digamos, 10 a 20%, o risco de reação a essa vacina é significativo, mesmo que raro, pois a probabilidade de realmente ser beneficiado pela vacina é muito pequena em termos de proteção contra a gripe.

Dados do Departamento americano de saúde e serviços humanos (DHHS) mostram que a Síndrome de Guillain-Barré é o principal dano pelo qual as pessoas estão sendo indenizadas por lesões causadas por vacina, e a vacina da gripe é a vacina mais comum citada pelos adultos que buscam direitos de indenização por tais danos.

Geier também observa que:

a) o número de mortes causadas pela gripe fica na casa das centenas, e não milhares, todos os anos (e certamente nada próximo às 36.000 mortes citadas com tanta frequência), tornando-a uma doença de baixo risco contra a qual se deve vacinar, e

b) as vacinas da gripe deveriam ser comercializadas como vacinas experimentais, já que sua natureza de constante mutação significa que não podem atender aos requisitos de eficácia e segurança das vacinas.

 

As vacinas e seu sistema imunológico
Alguns componentes das vacinas, como o timerosal (conservante de mercúrio) e adjuvantes de alumínio, são neurotóxicos e podem diminuir a imunidade e a função cerebral


As vacinas podem provocar reações alérgicas ao introduzir moléculas grandes de proteínas estranhas no corpo que não foram decompostas adequadamente pelo trato digestivo (uma vez que são injetadas)


Os vírus de vacinas alteradas em laboratório podem prejudicar ainda mais a resposta imunológica


As vacinas podem alterar a função da célula T, provocando doenças crônicas


O ADN/DNA/RNA estranhos de tecidos de animais podem causar estragos no seu corpo e provocar a autoimunidade em algumas pessoas


A vacina da gripe pode representar um risco imediato ao sistema cardiovascular, causando anormalidades na função arterial e oxidação LDL que pode persistir por pelo menos duas semanas


Como se proteger contra a gripe sem a vacina
Felizmente, existem medidas proativas que você pode tomar para evitar ficar doente durante a temporada da gripe que não exigem tomar a vacina todos os anos. Seguindo estas orientações simples, é possível manter o sistemaimunológico em ótimo funcionamento e reduzir bastante a probabilidade de contrair a infecção ou, se você ficar doente, estará mais bem preparado para atravessá-la sem complicações.

 

Melhore seus níveis de vitamina D. Essa é uma das melhores estratégias para evitar infecções de todos os tipos, e a pesquisa indica que a deficiência de vitamina D pode, na verdade, ser a verdadeira culpada pela sazonalidade da gripe — e não o próprio vírus.

Aumentar o nível terapêutico de vitamina D de 40 para 60 nanogramas por mililitro (ng/ml) é provavelmente a providência mais importante e menos cara que você pode tomar para evitar a gripe.


Evite açúcar e alimentos processados. O açúcar prejudica a função do sistema imunológico quase que imediatamente, e um sistema imunológico saudável é um dos segredos mais importantes para combater vírus e outros invasores patogênicos.


Descanse o suficiente. Assim como é difícil realizar as tarefas diárias quando você está cansado, se seu corpo estiver exausto, será mais difícil combater a gripe.


Controle o estresse. Quando o estresse fica muito alto, o corpo torna-se menos capaz de combater a gripe e outras doenças. Se você acha que o estresse está prejudicando a sua saúde, considere o uso de uma ferramenta psicológica de energia como a Técnica de Liberação Emocional (EFT), notavelmente eficaz no alívio do estresse associado a todos os tipos de situações, do trabalho à família ou traumas.


Pratique exercícios físicos. Quando você se exercita, aumenta a circulação e o fluxo sanguíneo em todo o corpo. Os componentes do sistema imunológico também circulam melhor, o que significa que o sistema imunológico tem mais chances de localizar uma doença antes que ela se espalhe.


Consuma ômega 3. Aumente o consumo de gorduras saudáveis e essenciais como o ômega 3, que é fundamental para manter a saúde. Evite também os óleos danificados de ômega 6 e as gorduras trans encontradas nos alimentos processados, pois elas prejudicam a resposta imunológica.


Lave as mãos. Lavar as mãos diminui a probabilidade de transmitir o vírus para o nariz, boca ou outras pessoas. No entanto, sabonetes antibacterianos são totalmente desnecessários e causam muito mais danos do que benefícios. Em vez deles, use um sabonete suave livre de toxinas e água morna.


Use produtos naturais de reforço de imunidade. Entre alguns exemplos estão a prata coloidal, óleo de orégano/oregão e alho. Eles possuem potente atividade antibiótica, melhorando a capacidade do corpo de se defender contra bactérias nocivas, vírus e protozoários. Diferentemente dos antibióticos farmacêuticos, eles não parecem causar resistência.


Evite hospitais. Por último, mas não menos importante, recomendo evitar ir a hospitais a menos que você tenha uma emergência e precise de tratamento médico especializado. Os hospitais são o principal terreno de surgimento de infecções de todos os tipos. O melhor lugar para repousar e recuperar-se de uma doença que não seja perigosa é geralmente o conforto do próprio lar.

 

Nota bene:

A DGS mais parece estar ao serviço das farmacêuticas do que da população. 
O consultor da DGS, manipula claramente os números ao inflacioná-los, com o intuito de salvar sabe-se lá o quê, perante a propaganda enganosa da própria DGS.

Recomenda-se vivamente à DGS e quejandos, que tomem finalmente conhecimento do facto que a vacinação não impedir nenhum surto, bem pelo contrário, basta verificar os surtos na China, onde a vacinação é obrigatória e onde 99% da população está vacinada, apesar disso vão surgindo surtos.

A questão pertinente e urgente é:

- Será que a existência da DGS - a qual vive às custas do erário público/contribuinte - se justifica ainda na actualidade? 

 

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Ainda acha que a indústria farmacêutica e as vacinas são benéficas ?!

 

Fonte:

Dr. Mercola

Gesundheit

Jornal Económico

Zentrum der Gesundheit

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1 comentário

De Anónimo a 20.12.2017 às 22:18

As vacinas são boas para os carneiros, a carneirada é que gosta de ser injetada com drogas.

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