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 Tribunal proíbe antenas, devido ao risco para a saúde:

O Supremo Tribunal de justiça, em Nova Deli, deu como veredicto a proibição da instalação de antenas de telemóvel perto de escolas e hospitais, devido aos problemas de saúde que essas antenas trazem por causa das ondas electromagnéticas. São portanto um perigo para a saúde pública.

Isto passou-se em Fevereiro de 2017.

 

Enquanto isso, nas escolas portuguesas a "DGS" do tempo do Salazar ganha novos contornos, pois segundo o jornal "O Público", as escolas "devem" comunicar aos delegados de saúde os alunos que não estão vacinados.

Por curiosidade, as antenas perto dos hospitais, centros de "saúde" e escolas não "devem" ser comunicadas à "DGS"?

A vaga de piolhos, ácaros, fungos e humidades que grassam em algumas escolas não "devem" ser comunicadas à "DGS"?

 

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Fonte:

diagnose-funk

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6 comentários

De Democracia onde paras? a 02.05.2017 às 13:53

Os portugueses que abram os olhos que a PIDE-DGS do tempo do Salazar nunca terminou e agora pretendem que as escolas bufem quem não estiver vacinado.

De Oba B. a 02.05.2017 às 13:56

Há 25 pessoas doentes com sarampo entre a população portuguesa, revelou a Direção-Geral da Saúde (DGS) na tarde desta quarta-feira. O número revela um caso novo em relação aos últimos dias, indicando que a epidemia não é expressiva mas continua ativa. Do total de 25 infeções confirmadas até ao momento, 15 (60%) aconteceram entre não vacinados contra o vírus, como foi o caso da jovem de 17 anos que morreu na semana passada vítima de uma pneumonia bilateral decorrente do sarampo.

Segundo o boletim epidemiológico divulgado pela DGS, a maioria (64%) dos infetados tem mais de 18 anos e quase metade (48%) são profissionais de saúde. Dos 25 casos confirmados, 12 foram hospitalizados, incluindo a irmã de 13 anos da única vítima mortal da infeção, e apenas um doente permanece internado.

A região de Lisboa e Vale do Tejo reúne o maior número de infeções, num total 17 casos confirmados. Desde o início do ano, as autoridades de saúde receberam 95 notificações de sarampo.

Afinal há 12 profissionais de saúde vacinados que contrairam sarampo.

De Ovar a 02.05.2017 às 15:43

Mas então a dgs não diz que os que estão vacinados do sarampo já não adoecem do sarampo? A dgs então está a mentir? se os profissionais de saúde adoeceram do sarampo apesar de estarem vacinados então não podemos confiar mais na dgs.

De Vírus do sarampo NÃO existe a 02.05.2017 às 22:07

Cuidado que andam por aí os artistas habituais que querem desinformar sobre a vitória do virólogo dr. Stefan Lanka, em que ele ganhou o processo junto do Supremo Tribunal alemão tribunal esse que decidiu claramente a favor de Stefan Lanka pois não existem provas evidentes científicas da existência do vírus do sarampo.
A vacina do sarampo é mero embuste e pura farsa.
Aqui fica o original caso ainda não tenha tido acesso a ele mas pelo que li no seu blog tudo me leva a crer que está bem ao corrente da situação.
Der Bundesgerichtshof (BGH) hat im Masern-Virus-Prozess entschieden. Der I. Zivilsenat des BGH hat das Urteil vom Oberlandesgericht Stuttgart (OLG) vom 16.2.2016 bestätigt. Die im Jahr 2011 von mir ausgelobten 100.000 € für einen wissenschaftlichen Beweis der Existenz des behaupteten Masern-Virus müssen dem Kläger nicht ausgezahlt werden. Dieser wurde zudem verurteilt, alle Kosten des Verfahrens zu tragen.

In den Prozess haben sich fünf Gutachter eingebracht und die Ergebnisse wissenschaftlicher Untersuchungen vorgelegt. Alle fünf Gutachter, darunter der vom Erstgericht beauftragte Prof. Dr. Dr. Andreas Podbielski haben übereinstimmend festgestellt, dass keine der sechs in den Prozess eingebrachten Publikationen einen wissenschaftlichen Beweis für die Existenz des behaupteten Masern-Virus enthält.


Genetik widerlegt Existenzbehauptungen

In den Prozess wurden die Ergebnisse von Untersuchungen zum sog. genetischen Fingerabdruck des behaupteten Masern-Virus eingebracht. Zwei anerkannte Labore, darunter das weltweit größte und führende genetische Institut, kamen unabhängig voneinander zu exakt den gleichen Resultaten. Die Ergebnisse beweisen, dass sich die Autoren der sechs Publikationen des Masern-Virus-Prozess irrten und als direkte Folge sich bis heute alle Masern-Virologen irren: Sie haben normale Bestandteile von Zellen als Bestandteile des vermuteten Masern-Virus fehlgedeutet.

Aufgrund dieses Irrtums wurden in einem Jahrzehnte dauernden Konsensfindungsprozess normale Zell-Bestandteile gedanklich zu einem Modell eines Masern-Virus zusammen gefügt. Eine tatsächliche Struktur, die diesem Modell entspricht, wurde bis heute weder in einem Menschen, noch in einem Tier gefunden. Mit den Ergebnissen der genetischen Untersuchungen sind alle Existenz-Behauptungen zum Masern-Virus wissenschaftlich widerlegt.

Den Autoren der sechs Publikationen und allen anderen Beteiligten ist dieser Irrtum nicht aufgefallen, weil sie die fundamentale wissenschaftliche Pflicht verletzten, „lege artis“, nach den international definierten Regeln der Wissenschaft zu arbeiten. Sie führten keinerlei Kontrollexperimente durch. Die Durchführung der Kontrollexperimente hätte Autoren und Menschheit vor diesem folgenreichen Irrtum geschützt. Dieser Irrtum wurde zur Grundlage des Glaubens an die Existenz aller krankmachenden Viren. [1] Der gerichtlich bestellte Gutachter Prof. Dr. Dr. Podbielski hat aufgrund der Nachfrage des erkennenden Gerichts auf Seite 7 oben des Protokolls [2] ausdrücklich bestätigt, dass die Autoren keinerlei Kontrollexperimente durchführten.

Das OLG Stuttgart hob am 16.2.2016 das Fehlurteil der ersten Instanz auf, wies die Klage zurück und bezog sich dabei u.a. auf die zentrale Aussage von Prof. Podbielski zu den sechs Publikationen. Der Kläger versuchte mit einer Beschwerde am BGH das Urteil des OLG zu Fall zu bringen. Als Begründung brachte er seine subjektive aber faktisch falsche Wahrnehmung des Verfahrensablaufes in Stuttgart vor und die Behauptung, dass unsere Benennung von Fakten zu Masern eine Gefährdung der Volksgesundheit darstellt. Die Behauptungen des Klägers wurden vom BGH mit deutlichen Worten zurückgewiesen. Damit hat der BGH das Urteil des OLG Stuttgart vom 16.2.2016 [3] bestätigt.

De Vírus do sarampo NÃO existe a 02.05.2017 às 22:08

Schlussfolgerungen

Die sechs im Prozess vorgelegten Publikationen sind die maßgeblichen Publikationen zum „Masern-Virus.“ Da es neben diesen sechs Publikationen nachweislich keine anderen Publikationen gibt, in denen mit wissenschaftlichen Methoden versucht wurde, die Existenz des Masern-Virus zu beweisen, haben das nun höchstrichterliche Urteil im Masern-Virus-Prozess und die Ergebnisse der genetischen Untersuchungen Konsequenzen: Allen nationalen und internationalen Aussagen zum vermuteten Masern-Virus, zur Infektiösität von Masern, zu Nutzen und Unbedenklichkeit der Masern-Impfung wurden der Anschein von Wissenschaftlichkeit und damit die rechtliche Basis entzogen.

Durch Anfragen, die das Masern-Virus-Preisausschreiben auslöste, hat die Leiterin des Nationalen Referenz-Instituts für Masern am Robert Koch-Institut (RKI), Prof. Dr. Annette Mankertz, eine wichtige Tatsache eingestanden. Dieses Eingeständnis kann die erhöhte Impfschadensrate speziell der Masern-Impfung erklären und warum und wie besonders diese Impfung vermehrt Autismus auslöst. [4]

Frau Prof. Mankertz hat eingestanden, dass das „Masern-Virus“ typisch zelleigene Bestandteile (Ribosomen, die Eiweiß-Fabriken der Zellen) enthält. Da die Masern-Impfung aus „ganzen Masern-Viren“ besteht, enthält dieser Impfstoff zelleigene Strukturen. Dies erklärt, warum die Masern-Impfung häufigere und stärkere Allergien und Autoimmunreaktionen auslöst als andere Impfungen. Der Gerichtsgutachter Prof. Podbielski führte mehrfach aus, dass mit der Behauptung des RKI zu Ribosomen in den Masern-Viren, die Existenz-Behauptungen eines Masern-Virus widerlegt sind.

Im Verfahren wurde ebenso aktenkundig, dass die höchste deutsche wissenschaftliche Autorität auf dem Gebiet der Infektiologie, das RKI, entgegen seinem gesetzlichen Auftrag in § 4 Infektionsschutzgesetz (IfSG) es unterlassen hat, Untersuchungen zum behaupteten Masern-Virus zu erstellen und zu veröffentlichen. Das RKI behauptet, dass es interne Untersuchungen zum Masern-Virus getätigt hat, weigert sich aber, die Ergebnisse auszuhändigen oder zu veröffentlichen.

De Belisa a 04.05.2017 às 17:26

Não é direito do povo deste país esperar que o governo lhes conceda protecção na saúde? Através dela e do cumprimento da mesma?

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