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A vitamina D é um nutriente que seu corpo produz quando sua pele absorve a luz solar, ganhando o apelido de “vitamina do sol”. Apesar do nome, porém, a vitamina D é tecnicamente um pró-hormona/hormônio e não uma vitamina. Seu corpo não pode criar vitaminas por si só, portanto, você precisa confiar em alimentos e suplementos para sua ingestão de vitaminas. No entanto, seu corpo pode sintetizar a vitamina D quando sua pele absorve a luz.

Imagem: mesaw

 

Outro benefício da vitamina D foi recentemente descoberto pela "ciência". A vitamina D foi considerada uma opção efectiva de tratamento e prevenção para doenças hepáticas e cancros/cânceres, de acordo com um novo estudo.

 

Uma equipe de pesquisadores da Universidade King Abdulaziz e da Universidade Qassim na Arábia Saudita, do National Brain Research Center na Índia e do SUNY Downstate Medical Center - EUA realizaram um estudo sobre o potencial da vitamina D como opção de tratamento para distúrbios hepáticos e cancros/cânceres. A equipe de pesquisa realizou o estudo revisando estudos anteriores que analisaram as associações de vitamina D, doenças hepáticas e o câncer de fígado. Eles também examinaram outras terapias disponíveis para tratamentos hepáticos.

Os resultados do estudo, publicado na revista Nutrition & Metabolism, revelaram que os receptores de vitamina D e as alterações na expressão gênica desempenham um papel significativo no desenvolvimento de transtornos hepáticos de longo prazo, como a infecção crónica pelo vírus da hepatite C, fibrose hepática e necro-inflamação hepática. Além disso, a vitamina demonstrou influenciar o desenvolvimento de doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA).

 

Estudos anteriores mostraram que a falta de vitamina D no organismo é um marcador de problemas de saúde. Além disso, a inflamação durante a doença poderia ser responsável por quantidades reduzidas de vitamina D, o que explica sua diminuição de valores em uma variedade de distúrbios. Além disso, os receptores de vitamina D estão presentes em todos os tecidos do corpo que regulam a função imune e a proliferação celular.

Conclusão, a vitamina D pode ajudar a prevenir e tratar doenças hepáticas e cancros/cânceres, pois contém propriedades anti-inflamatórias e imunorreguladoras. A equipe de pesquisa acredita que é importante que os especialistas em saúde promovam a consciencialização sobre os efeitos colaterais da deficiência de vitamina D. Eles também acreditam que são necessárias orientações adequadas para a exposição ao sol e suplementação de vitamina D. Além disso, alimentos fortificantes podem ser usados ​​para aumentar a ingestão da vitamina e reduzir as consequências de sua deficiência.

 

Mais sobre a vitamina D

A vitamina D, uma vitamina solúvel em gordura, está naturalmente presente em apenas alguns poucos alimentos e está disponível como suplemento dietético. O corpo também a produz como resposta à exposição ao sol. Ela ajuda na manutenção de ossos e dentes saudáveis, auxiliando a saúde do sistema imunológico, cérebro e sistema nervoso, regulando os níveis de insulina e ajudando a administrar o diabetes, auxiliando a saúde respiratória e cardíaca e influenciando a expressão de genes envolvidos no desenvolvimento do câncer.

De acordo com o National Institutes of Health (NIH), a quantidade diária recomendada de vitamina D é de 400 unidades internacionais (UI) para crianças, os indivíduos com idade entre 14 e 70 anos precisam de 600 UI, e indivíduos com mais de 70 anos necessitam de 800 UI.

Em estimativa, a exposição sensível ao sol sobre pele nua durante 5 a 10 minutos, 2 a 3 vezes por semana, permite que a maioria das pessoas produza vitamina D. Contudo, a vitamina D se decompõe bastante rapidamente, o que significa que o corpo pode estar escasso, especialmente durante o inverno. Com isso, a deficiência de vitamina D também pode ocorrer. A deficiência também pode ocorrer como resultado de uma cor de pele mais escura ou o uso de protector solar, o qual reduz a capacidade do corpo de absorver os raios de radiação ultravioleta (UVB) do sol necessários para produzir a vitamina. Os sintomas da deficiência de vitamina D podem incluir adoecimento ou infecção com mais frequência, fadiga, ossos e costas dolorosos, humor depressivo, comprometimento da cicatrização de feridas, perda de cabelo e dor muscular.

 

Falta de vitamina D

Níveis inadequados de vitamina D podem causar muitos problemas de saúde, tais como infecções e dores musculares, mas pessoas perigosamente deficientes podem desenvolver doenças cardiovasculares e até mesmo cancro/câncer, em particular as variedades colon-rectal, mama, pancreática e próstata.

 

Aqui estão alguns dos sinais mais comuns de deficiência de vitamina D:

* Infecções frequentes – A vitamina D é vital para o sistema imunológico. Quantidades insuficientes prejudicam a capacidade das células imunes reagirem às infecções. “A vitamina D é essencial para a função de duas partes essenciais do sistema imunológico, imunidade adaptativa e inata“, disse a nutricionista Kim Pearson. A imunidade adaptativa lembra-se dos vírus que já entraram em seu corpo (como a varicela/catapora) e os impede de voltar, enquanto sua imunidade inata o protege contra infecções quotidianas/cotidianas, como resfriados.

* Sentir-se deprimido – A deficiência de vitamina D pode afectar o humor, especialmente durante o inverno. Um estudo de 2014 encontrou uma ligação directa entre a vitamina D e o transtorno afectivo sazonal (TAS) que desencadeia baixo humor durante os meses de inverno devido à falta de luz do sol.

* Sentir-se sempre cansado – A vitamina D é essencial para a conversão de alimentos em energia. A capacidade do seu corpo de assimilar os nutrientes de seus alimentos é comprometida pela falta de vitamina D, mas isso pode ser remediado através da suplementação.

* Ossos fracos e dores nas articulações – Um estudo de 2014 previu que pessoas com mais de 50 anos são mais propensas a desenvolver dores nas articulações do quadril e joelho devido aos baixos níveis de vitamina D. “Quando você está com vitamina D baixa, seus ossos podem enfraquecer, aumentando o risco de fracturas por estresse“, disse Pearson.

* Dor muscular – A vitamina D auxilia a função muscular e força muscular quando metabolizada pelo organismo. “Ter muitas dores musculares gerais geralmente é o primeiro sinal de detecção de uma deficiência“, advertiu Pearson.

A exposição insuficiente à luz solar irá diminuir os níveis de vitamina D. O desconforto diário comum, como resfriados recorrentes a dores e males, pode resultar de uma deficiência de vitamina D, o que lhe dá desculpa suficiente para sair ao ar livre e tomar um pouco de sol.

No entanto, graças aos estilos de vida urbanos modernos, estamos vendo um número crescente de pessoas que são deficientes em vitamina D. Desde crianças que escolhem seus dispositivos móveis e jogos electrónicos a actividades ao ar livre, a funcionários ocupados passando a maior parte do dia fechados dentro dos escritórios, mais pessoas estão gastando seu tempo dentro de casa. As estimativas actuais têm um assombroso número de 1 em cada 5 adultos e 1 em cada 6 crianças com níveis inadequados de vitamina D.

As pessoas com tipos de pele mais escuras têm maior dificuldade em sintetizar a vitamina D, o que os tornam mais suscetíveis à deficiência. Outros em risco incluem mulheres grávidas e amamentando e aqueles que cobrem sua pele para fins religiosos.

 

Como obter sua vitamina D

A melhor maneira de obter a sua vitamina D é ir ao ar livre e expor sua pele (sem protector solar) sob o sol por cerca de 20 minutos. Pessoas com tipos de pele mais escuras terão que passar mais tempo absorvendo os raios para produzir a mesma quantidade de vitamina D.

O grande problema é o facto de muita gente passar o dia em casa ou no escritório/fábrica/usina. Para além disto, os rastos químicos nos meios urbanos impedem a obtenção de vitamina D.

 

 

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Fontes:

Notícias Naturais

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