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É comprovado pela ciência e pelas estatísticas: as mulheres vivem mais que os homens! Mas por que isso acontece?

Foto:awebic

 

De maneira geral, em todo o mundo, a expectativa de vida média das mulheres é superior à dos homens. No Brasil, segundo dados de 2015, a expectativa de vida ao nascer para os homens é de 75,5 anos. Para as mulheres, é de 79,1. Na França, homens vivem em média 78,5 anos e mulheres, 84,9. No Japão, esses números chegam a 80,2 anos para homens e 86,6 para mulheres. Já no Sudão, a média para os homens é de 61,2 anos e para as mulheres 65,4. Por que, afinal, essa diferença é tão persistente?

As respostas podem ser simples e demonstram comportamentos, estilos de vida e comportamentos adquiridos.

No geral, os homens vivem menos porque se cuidam menos. É fácil perceber nos consultórios médicos que os homens são minoria entre os pacientes. E nos consultórios de urologistas, o público masculino só aparece em último caso, quando não há mais escolha.

Além disso, existem questões inerentes à cultura masculina e questões biológicas. Os homens só buscam um atendimento médico quando já estão doentes, enquanto as mulheres procuram frequentemente a medicina.

No Brasil, a região nordeste é onde estão os homens que se cuidam menos. Isso acontece porque os homens preferem comer, fumar, beber e cometer outros pequenos exageros, deixando de lado as dietas, caminhadas e consultas médicas.

Foto:img.ichbk.

 

Segundo Steven Austad e Kathleen Fischer, da Universidade do Alabama - Eua, os seres humanos são a única espécie em que um sexo é conhecido por ter vantagem de sobrevivência em qualquer condição. “De facto, a diferença de sexo na longevidade pode ser uma das características mais robustas da biologia humana”, escreveram em um artigo publicado na revista Cell Metabolism.

 

Além disso, as mulheres são a grande maioria dos super-centenários, as pessoas que ultrapassam os 110 anos de idade. Actualmente, existem 43 pessoas vivas no mundo todo que passaram dessa idade – e apenas uma é homem.

Um caso curioso para estudo é o da Islândia. Durante o século XIX, a ilha, cuja população é geneticamente homogénea, sofreu erupções vulcânicas, períodos de fome, inundações e epidemias. Com isso, a expectativa de vida chegou a cair para os 21 anos de idade e, em épocas melhores, subiu para 69 anos. Mas independentemente da situação que o país vivia, a expectativa de vida das mulheres sempre superou a dos homens.

 

Uma variável contraditória é que as mulheres tendem a ficar mais doentes ao longo da vida. As limitações físicas na vida adulta atingem mais as mulheres do os homens, no ocidente e no oriente.

Uma provável explicação para isso é uma possível conexão com problemas de saúde que aparecem mais tarde na vida das mulheres. Além disso, as mulheres são mais propensas a problemas ósseos e articulatórios/articulações.

A grande diferença entre os sexos pode ser explicada por doenças do tecido conjuntivo, que, nos seres humanos, é responde a hormônios/hormonas sexuais femininos.

Foto:img.ikhx.

 

Muitas mulheres vivem mais do que muitos homens, porém a diferença está a diminuir!

Nos últimos dez anos, a diferença na esperança de vida à nascença de homens e mulheres diminuiu de 6,52 para 5,72 anos. “As mulheres continuam a viver mais anos do que os homens”, mas a expectativa de vida de ambos “tem vindo a aproximar-se, com os maiores ganhos a registarem-se na população masculina”, sublinha o INE - Portugal.

Em 2014-2016, a maioria dos óbitos (65,2%) ocorreu em idades iguais ou superiores a 80 anos, verificando-se que é nestas idades que se concentravam aproximadamente metade dos óbitos masculinos (54,9%) e cerca de três quartos dos óbitos femininos (74,8%). A idade mais frequente ao óbito para homens foi 86 anos e para as mulheres 88 anos, quando há dez anos era 85 anos para os homens e 87 anos para as mulheres.

 

Diferenças

O enfraquecimento do sistema imunológico torna a pessoa mais propensa a desenvolver diversos tipos de doenças, como câncer/cancro e problemas cardíacos, o que pode diminuir a expectativa de vida (especialmente de homens).

De acordo com Hirokawa, há diversos factores que podem explicar a diferença no envelhecimento de homens e mulheres. “Mulheres têm mais estrogénio, o que parece protegê-las de doenças cardiovasculares até a menopausa. Hormônios/hormanas sexuais também afectam o sistema imunológico, especialmente certos tipos de linfócitos (células essenciais para a defesa do organismo)”, diz.

 

Nota bene:

No fundo, a ciência ainda não sabe por que isto acontece.

 

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Fontes:

bbc

greenme

sapo

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