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O crómio é um oligoelemento essencial ao organismo, que tem a capacidade de manter estáveis os níveis de açúcar na corrente sanguínea. Actua sobre os receptores de insulina, potenciando o seu efeito, e estimula a captação de glicose e aminoácidos pelas células. Este oligoelemento essencial, necessário pelo organismo em pequeninas quantidades – entre 20 a 35 µg (microgramas) para adultos, dependendo se é mulher ou homem. 

Existem diversas descrições dos mecanismos de acção, sendo que o mais relevante descreve que o crómio é necessário para o bom funcionamento da insulina e do seu receptor. Sem crómio, o receptor da insulina não atinge o seu máximo potencial de funcionamento.

 

O défice deste mineral deve-se ao aumento do consumo de alimentos refinados e muito processados, ricos em gordura, ao exercício físico intenso (que pode aumentar a excreção urinária deste mineral) e ainda à deficiência de crómio nos solos onde são cultivados os alimentos.

Indivíduos já com diabetes ou com resistência à insulina apresentam, em diversos estudos, níveis baixos de diversos minerais incluindo o crómio.

Em pessoas já com resistência à insulina, com a suplementação obtêm melhores resultados e quanto pior é a desregulação, maior é o efeito do crómio.

 

A suplementação com crómio deve ser feita:

- Caso sinta muita convulsão por alimentos doces

- Envelhecimento acelerado, principalmente nos diabéticos

- Consumo elevado de alimentos refinados, especialmente o açúcar, farinha de trigo branca e arroz branco

- Fome exagerada, fraqueza, cansaço, irritação sem motivo podem ser sintomas da deficiência de crómio

- Mulheres em terapia com estrogénios têm aumentada sua taxa de insulina, consequentemente uma maior exigência do FTG/GTF (Factor de Tolerância de Glucose), que expolia crómio

- Nos doentes com resistência à insulina

- Sempre que se verifique a deficiência
- Nas pessoas com problemas a nível intestinal que possam condicionar a absorção do mineral

- Nos atletas com exercício físico intenso

- Nos idosos (com baixa ingestão alimentar)

- Stress físico e emocional aumentam a necessidade de crómio

 

A deficiência grave de crómio é rara, mas a deficiência ligeira é comum: estima-se que 90% dos adultos consomem uma quantidade inferior à dose diária recomendada.

Substâncias que empobrecem o crómio, como corticosteróides (prednisona) além de outras drogas farmacêuticas.

Outras interacções: o crómio pode aumentar o açúcar no sangue, reduzindo os efeitos da insulina e de fármacos tomados por via oral (glibenclamida e metformina), exigindo assim ajuste da dosagem.

O crómio está presente em alguns alimentos, como batata, banana, brócolos/broculis, cenoura, cereais integrais, cogumelos, levedura de cerveja, algumas cervejas (biológicas) e vinhos (biológicos), frutos secos, gérmen de trigo, gema de ovo, espinafres, maçã, nozes e feijão-verde.

 

Para além disso, o crómio pode ajudar a emagrecer e a diminuir o apetite.

 

A Oligoterapia já foi muito difundida na Europa. Ela tratava doenças como o cancro com oligoelementos com muito bons resultados. Era barata e acessível à população mas as farmacêuticas não a viam com bons olhos e tudo fizeram para a banir do mercado. Cito apenas um exemplo, Cobre-Prata-Ouro entre tantos outros exemplos.

 

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