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10 Alternativas aos Antidepressivos que Comprovadamente Funcionam!

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Se você está sofrendo de depressão, mas prefere tentar algo natural antes de seguir pela rota farmacêutica convencional, aqui estão alguns remédios que foram comprovados por testes rigorosos.

 

 

Terapia cognitivo comportamental (TCC)

A Terapia Cognitivo Comportamental procura ajudar as pessoas a mudar a forma como pensam sobre as coisas. Ao contrário das formas mais tradicionais de terapia, ela concentra-se em problemas e dificuldades do “aqui e agora”.

 

Numerosos estudos clínicos em todo o mundo demonstraram consistentemente que a terapia cognitivo comportamental é tão eficaz quanto a medicação antidepressiva. Em 20 sessões de terapia individual, aproximadamente 75% dos pacientes experimentam uma redução significativa em seus sintomas.

 

Erva-de-são-joão 

A erva-de-são-joão (Hypericum perforatum) é comumente usada para o tratamento da depressão. Está disponível em comprimidos, cápsulas e líquidos em supermercados e lojas de produtos naturais. A pesquisa sugere que ela exerce sua ação antidepressiva ao inibir a recaptação dos neurotransmissores serotonina, norepinefrina e dopamina.

 

Numerosos estudos duplo-cegos controlados por placebo examinaram a eficácia da erva-de-são-joão para o tratamento da depressão maior de leve a moderada, e a maioria considerou a erva mais eficaz do que um placebo. Pode ser pelo menos tão eficaz quanto a paroxetina (Paxil) no tratamento da depressão moderada a grave em curto prazo.

 

S-adenosilmetionina (SAMe) 

A SAMe é um derivado de aminoácido que ocorre naturalmente em todas as células. Ela desempenha um papel em muitas reações biológicas, transferindo seu grupo metil ao DNA, proteínas, fosfolipídios e aminas biogênicas. Vários estudos científicos indicam que a SAMe pode ser útil no tratamento da depressão.

 

Terapia de Luz 

Há anos a terapia da luz tem sido usada para tratar o transtorno afetivo sazonal, um tipo de depressão causada pelos curtos dias de inverno e escuridão estendida. A falta de exposição à luz solar é responsável pela secreção do hormônio melatonina, que pode desencadear um humor desanimado e uma condição letárgica.

 

A terapia de luz ajuda a regular o relógio biológico do corpo da mesma maneira que a luz do sol. A terapia com luz é um tratamento eficaz para o distúrbio afetivo sazonal e pode reduzir também os sintomas de depressão não sazonal.

 

Exercício 

Pesquisadores descobriram que fazer exercício regularmente e o aumento da aptidão física que resultam dele alteram os níveis de serotonina no cérebro e levam a um melhor humor e sensação de bem-estar.

 

Estudos após estudos demonstraram que o exercício promove a saúde mental e reduz os sintomas de depressão. O efeito antidepressivo do exercício físico regular é comparável ao de antidepressivos potentes como a sertralina.

 

5-hidroxitriptofano (5-HTP) 

O 5-hidroxitriptofano (5-HTP) e o triptofano também são alternativas naturais aos antidepressivos tradicionais. Quando o seu corpo começa a produzir serotonina, ele primeiro produz o 5-HTP. Tomar 5-HTP como suplemento pode elevar os seus níveis de serotonina. As evidências sugerem que o 5-HTP e o triptofano são melhores que um placebo para o alívio da depressão.

 

Massagem 

Um dos benefícios mais conhecidos da massagem terapêutica é a sua capacidade de aumentar a sensação de bem-estar. A massagem produz alterações químicas no cérebro que resultam em uma sensação de relaxamento e calma. Também reduz os níveis de hormônios do estresse. A massagem terapêutica reduz os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, em uma média de 30%. A massagem também aumenta a serotonina e a dopamina, neurotransmissores que ajudam a reduzir a depressão.

 

MTC-Acupunctura 

A acupuntura é um tratamento tradicional chinês no qual agulhas são inseridas em pontos específicos do corpo. Pesquisas sugerem que a acupuntura pode diminuir ou eliminar os sintomas da depressão. Uma analise de oito estudos controlados sustentou a teoria de que a acupuntura pode reduzir significativamente a gravidade da depressão.

 

Iôga e Meditação 

A ioga é um antigo sistema de relaxamento, exercício e cura com origens na filosofia indiana. Praticar ioga pode alterar sua química cerebral. Algumas posições de ioga são eficazes em estimular a liberação de endorfinas e em reduzir o nível de cortisol, o hormônio do estresse.

 

Diversos estudos feitos com humanos apoiam o uso da ioga para a depressão, e as posições da ioga têm demonstrado especificamente aumentar os níveis do neurotransmissor GABA, que pode aliviar a depressão.

 

Vitaminas B

 As vitaminas do complexo B atuam na produção de certos neurotransmissores, que são importantes na regulação do humor e de outras funções cerebrais. A deficiência de ácido fólico tem sido notada entre pessoas com depressão.

 

A vitamina B6, ou piridoxina, é o cofator de enzimas que convertem o L-triptofano em serotonina, portanto a deficiência de vitamina B6 pode resultar em depressão. E há algumas evidências de que pessoas com depressão respondem melhor ao tratamento se tiverem níveis mais altos de vitamina B12.

 

 

 

Comentários do Dr. Mercola:

A depressão, ou mais precisamente, um curto-circuito emocional não reparado, pode absolutamente devastar sua saúde. Em minha opinião, isso pode causar consequências negativas muito mais profundas para a saúde do que todos os alimentos e toxinas desnaturados aos quais você se expõe.

Infelizmente, cerca de dois terços das pessoas com depressão não são diagnosticadas. Este é um triste testemunho da astúcia clínica de muitos médicos. Pior ainda, poucos pacientes recebem tratamento adequado quando diagnosticados.

“Tratamento adequado” em um modelo tradicional é sinônimo quase universal de terapia medicamentosa ou aconselhamento cognitivo ineficaz. É importante entender que esses métodos de tratamento não fazem nada para resolver seu problema subjacente. Em muitos casos, eles simplesmente não funcionam; em outros, eles podem tornar sua situação muito pior.

 

A Ilusão dos Fármacos/Drogas Antidepressivos

Se você está seguindo o paradigma convencional, você provavelmente receberá uma receita para anti-depressivos. Infelizmente, eles simplesmente não funcionam melhor que os placebos, e há muitos estudos que documentam isso claramente.

Isso não seria tão ruim se os anti-depressivos fossem somente pílulas de açúcar inofensivas. Como você provavelmente sabe, eles não são e podem, na verdade, fazer com que muitas pessoas cometam suicídio e possuem diversos outros efeitos colaterais, como comportamento violento.

Infelizmente, a cada ano, 230 milhões de receitas para anti-depressivos são feitas, tornando-os um dos remédios mais receitados no Eua/EEUU. Apesar de todos esses remédios serem tomados, mais de um em cada 20 estadunidenses estão deprimidos, de acordo com as estatísticas mais recentes dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (Disease Control and Prevention - CDC).

Destes, 80% dizem ter algum nível de deficiência funcional, e 27% dizem que é extremamente difícil realizar tarefas cotidianas como trabalhar, fazer as coisas em casa ou conviver com outras pessoas por causa de sua doença.

Então, por que tantas pessoas estão sentindo-se tão para baixo, embora os antidepressivos – a suposta “cura” da depressão – estejam tão amplamente disponíveis?

Os anti-depressivos são pouco eficazes – na verdade, estudos anteriores demonstraram claramente que há uma diferença muito pequena entre a maioria dos anti-depressivos e um placebo – e eles geralmente possuem muitos efeitos colaterais sérios, como:

  • Um risco aumentado de desenvolver diabetes
  • Um efeito negativo no seu sistema imunológico
  • Um risco aumentado de suicídio e comportamento violento

 

Uma investigadora médica inglesa até disse que “não estava convencida de que exista um fármaco/droga farmacêutica que alivie especificamente a depressão e que os chamados anti-depressivos são meramente remédios que fazem outras coisas, como sedar ou estimular as pessoas”.

No entanto, se você está sentindo-se triste por duas semanas ou mais, e perdeu o interesse em actividades das quais você gostava antes, eu encorajo você a considerar as seguintes opções de tratamento para curar a depressão, e não usar remédios potencialmente perigosos como sua primeira opção.

 

O “Remédio” Mais Poderoso Para Curar a Depressão

A actividade e o exercício físico são alguns dos anti-depressivos mais poderosos que existem. Numerosos estudos demonstraram que o exercício aeróbico pode melhorar o seu humor e é um antídoto para a depressão leve e ansiedade.

O Dr. James S. Gordon, um especialista de renome mundial no uso da medicina mente-corpo para curar a depressão, usa extensivamente o exercício para tratar a depressão.

“‘O que estamos descobrindo na pesquisa sobre exercício físico é que o exercício físico é pelo menos tão bom quanto os anti-depressivos para ajudar as pessoas que estão deprimidas. E isso é ainda mais importante para os idosos’, diz o Dr. Gordon.

O exercício físico altera o nível de serotonina no cérebro. Ele muda, aumentando seus níveis de hormônios do ‘ bem-estar’, as endorfinas. E também pode aumentar o número de células no cérebro, na região do cérebro chamada hipocampo.

Esses estudos foram feitos primeiramente em animais, e são muito importantes porque às vezes, na depressão, há menos células no hipocampo, mas você pode realmente mudar seu cérebro com o exercício. Então ele tem que fazer parte do tratamento de todos, do plano de todos.”

 

Se você não tiver certeza de como usar o exercício como um medicamento, incluindo a variedade, a intensidade e a frequência corretas, analise a minha página de exercícios para obter recomendações e orientações mais detalhadas sobre como incorporá-lo à sua vida.

Não demore começar uma rotina de exercícios. Muitos estadunidenses não se exercitam o suficiente, mas esse problema é facilmente remediado se você encarar o exercício como uma parte vital do que você deve fazer para tornar-se mais saudável e feliz.

 

Outros Factores Fundamentais para Superar a Depressão

Controle seus estresse – A depressão é um problema muito sério, no entanto, não é uma “doença”. É um sinal de que seu corpo e sua vida estão fora de equilíbrio.

Isso é muito importante de ser lembrado, pois assim que você começar a ver a depressão como uma “doença”, você vai achar que precisa tomar um remédio para tratá-la. Na realidade, tudo que você precisa fazer é devolver o equilíbrio à sua vida, e uma das principais maneiras de fazer isso é controlando o seu estresse.

“A maioria das pesquisas que tenho lido recentemente indica que o estresse é o factor comum mais importante na produção de depressão de todos os tipos e, por sua vez, afecta os neurotransmissores”, diz o Dr. Gordon.

O artigo acima menciona algumas opções que podem funcionar para você, como meditação ou ioga. Às vezes tudo que você precisa fazer é sair para dar uma caminhada. Mas, além disso, recomendo também o uso de um sistema que possa ajudá-lo a tratar questões emocionais das quais você pode nem estar consciente.

 

Alimente-se com uma dieta saudável – Outro factor que não pode ser negligenciado é a sua dieta. Os alimentos têm um impacto imenso no seu humor, capacidade de lidar com as coisas e ser feliz, e comer alimentos integrais, apoiará de uma forma melhor sua saúde mental. Evitar açúcar e grãos (hidratos de carbono) ajudará a normalizar os seus níveis de insulina e leptina, que é outra ferramenta poderosa para lidar com a depressão.

 

Apoie um funcionamento optimizado do cérebro com gorduras essenciais – Eu também recomendo fortemente que você complemente sua dieta com gorduras ômega-3 de alta qualidade de origem animal, como o óleo de krill. Este pode ser o nutriente mais importante para combater a depressão. Existem também boas fontes de origem vegetal, como combinar a linhaça e o cânhamo.

 

Receba muito sol – Certificar-se de que você está tendo exposição solar o suficiente para ter níveis saudáveis de vitamina D também é um factor crucial no tratamento da depressão ou para mantê-la sob controle.

Um estudo anterior descobriu que pessoas com os níveis mais baixos de vitamina D estavam 11 vezes mais propensas a ficarem deprimidas do que aqueles que tinham níveis normais. A deficiência de vitamina D é, na verdade, mais a norma do que a excepção, e já foi responsável por transtornos psiquiátricos e neurológicos.

Essas 4 coisas fundamentais — exercício, controle do estresse emocional, alimentação correcta e exposição regular ao sol — farão com que você sinta-se muito bem. Se você quer superar a depressão ou apenas quer manter-se saudável, essas são as mudanças de estilo de vida que o levarão até lá.

 

Nota bene:

Muitas vezes tem de se ter em consideração quando existem familiares e/ou antepassados com depressão. A situação piora mais quando algum antepassado se suicidou.

Os exercícios Falun Dafa são adequados para tratar inúmeras doenças.

 

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Fonte:

Mercola

Que o teu alimento seja o teu único medicamento! Hipócrates - Pai da Medicina

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4 comentários

De Medicinas Alternativas a 25.05.2018 às 09:58

Temos recebido imensas mensagens, algumas delas contendo o e-mail/c.e.!
Infelizmente, o SAPO apaga o e-mail/c.e. contido nessas mensagens, invalidando a capacidade de resposta personalizada e particular que pudessemos enviar.
Poderá ter a ver com a nova lei Geral de Dados Pessoais.

De Anónimo a 25.05.2018 às 19:06

Um novo relatório chocante revelou uma verdade sórdida sobre outro “tratamento” do câncer da indústria farmacêutica: Lapatinibe, usado no tratamento do câncer de mama para encolher tumores, realmente faz com que o câncer cresça mais rápido. Não há escassez de medicamentos contra o câncer que fazem as pessoas ficarem mais doentes, em vez de mais saudáveis, ao que parece. O Lapatinibe é normalmente usado em conjunto com outros tratamentos e quimioterapia – mas não passou em ensaios clínicos como um método de tratamento individual. Portanto, é difícil não perguntar por que os oncologistas estão prescrevendo esse veneno?

A pesquisa mais recente foi conduzida por cientistas do Francis Crick Institute em conjunto com o King’s College London e o Barts Cancer Institute da Queen Mary University of London. E o que descobriram foi que o Lapatinibe alimenta o crescimento de células cancerosas em alguns tipos de câncer de mama, em vez de interrompê-lo.

O “tratamento” do câncer que estimula o crescimento do câncer

Os pesquisadores dizem que o potencial do Lapatinibe para causar um crescimento acelerado do câncer “pode” explicar o porquê isso aconteceu tão mal nos testes clínicos. Embora o medicamento nem sempre resulte em acelerado crescimento do câncer, a equipe descobriu que o suposto método de ação do Lapatinibe é, na verdade, seu efeito contrário.

Como as fontes explicam, o Lapatinibe é o que é conhecido na indústria do câncer como um “inibidor de quinase”, e sua finalidade é “desligar” uma proteína chamada HER2 (receptor do fator de crescimento epidérmico humano 2). O HER2 é responsável por incentivar as células cancerosas a crescer e se dividir. Muitos tratamentos contra o câncer (como o Lapatinibe) funcionam desativando o HER2 e, assim, evitando que as células cancerosas parem de crescer levando-as à morte. Mas, como os cientistas sabem agora, o Lapatinibe não diz para as células cancerosas morrerem – na verdade, elas fazem com que elas cresçam mais rápido.

Conforme relatado pelo site científico Science Daily:

Usando uma combinação de ferramentas bioquímicas, biofísicas e de modelagem computacional, a equipe descobriu que o Lapatinibe faz com que os receptores HER2 nas membranas celulares se emparelhem com um receptor parceiro chamado HER3. Quando você combina esses pares de HER2-HER3 induzidos por inibidor com sinais de crescimento que ocorrem naturalmente de fora da célula, eles podem se rearranjar em um par ativo de sinalização. Neste estado, o par HER2-HER3 torna-se muito eficiente em dizer às células para se dividirem, mais do que as células que não foram tratadas com o fármaco.

Essencialmente, o Lapatinibe faz com que a proteína HER2, causadora de câncer, tenha uma influência ainda maior sobre o crescimento das células cancerígenas do que normalmente possuiria. Os pesquisadores dizem que suas descobertas vão guiar pesquisas futuras e o desenvolvimento de uma droga “melhor”. No entanto, tomar este medicamento parece ser pior do que não tratar o seu câncer em tudo – então o que qualifica como “melhor” pode ser discutível.

De Anónimo a 25.05.2018 às 19:07

As farsas do “tratamento” do câncer convencional estão em toda parte

É triste dizer, mas há muitos tipos de tratamento convencional contra o câncer que fazem mais mal do que bem. A quimioterapia e a radioterapia, em particular, são conhecidas por seus efeitos deletérios à saúde – ainda assim, muitas pessoas se submetem a ela, em um último esforço para combater o câncer. De fato, o complexo industrial do câncer desonesto (e a indústria farmacêutica) sabe que as pessoas vão suportar praticamente qualquer coisa – desde que haja uma luz no fim do túnel. Mas quando se trata de quimioterapia, essa “luz” é de curta duração.

Numerosos estudos têm apontado as terapias de quimioterapia e radiação como as causas de câncer e, no entanto, estas ainda são consideradas opções viáveis ​​de tratamento – e, na verdade, são frequentemente uma primeira linha de defesa. No início de 2018, uma pesquisa impressionante revelou que a enorme morte celular causada pela quimioterapia na verdade promove o crescimento do câncer. Como a escritora do site Natural News Isabelle Z. relatou:

Em um estudo realizado pelo Beth Israel Deaconess Medical Center, os tratamentos de radiação e quimioterapia que matam as células tumorais demonstraram causar que tumores cancerígenos cresçam mais e mais prolíficos. Na verdade, as células cancerígenas que estão morrendo e que a quimioterapia colocou em movimento realmente provocam a inflamação que faz com que os tumores cresçam de forma mais agressiva.

Parece que quase nenhum dos “tratamentos” da medicina moderna realmente funciona quando se trata de parar o câncer.
www.noticiasnaturais.com.br

De Mastectomia MATA a 25.05.2018 às 19:10

Se você descobrir que tem câncer de mama, seu primeiro instinto pode ser livrar-se dele usando todos os meios possíveis. Fazer uma mastectomia não é uma decisão que qualquer mulher toma de ânimo leve, é claro, mas, para muitas, a ideia de sacrificar seu seio como sendo livre do câncer parece um comércio justo. Infelizmente, no entanto, fazer uma mastectomia não é o fim da história do câncer de mama de muitas mulheres – e, para algumas, é apenas o começo.

Na verdade, as pacientes com câncer de mama são mais propensas a ver seu câncer retornar e se espalhar no primeiro ano e meio depois de fazer uma mastectomia ou ter seu tumor removido junto com o tecido circundante saudável.

Agora, um estudo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts descobriu que na verdade é o processo de cicatrização da cicatriz cirúrgica que está causando o câncer de mama da mulher a voltar após a cirurgia. É um mecanismo complicado que tem a ver com o seu sistema imunológico, cujo modo padrão é impedir a propagação do câncer. Enquanto se curam de uma mastectomia, essas forças de cura são distraídas de seu trabalho de conter a disseminação do câncer e forçadas a focar no fechamento da ferida, evitando infecções, estimulando o crescimento de vasos sanguíneos e promovendo o reparo. Em outras palavras, elas estão simplesmente ocupadas demais para impedir que as células cancerígenas se espalhem para outras partes do corpo.

É essa resposta da ferida que permite que as células cancerígenas disseminadas cresçam e prosperem, formando tumores em outras áreas do corpo da paciente, como os pulmões, fígado e cérebro. Em muitos casos, isso pode ser ainda mais perigoso do que o tumor original da mama, o que é uma perspectiva muito assustadora.

Se você já fez uma mastectomia ou tem uma boa razão para fazê-la, tente minimizar as chances de isso acontecer com você por meio de uma dieta saudável. Consumir alimentos ricos em antioxidantes pode ajudar a combater o câncer e proteger seu corpo da disseminação. Algumas excelentes opções incluem vegetais de folhas verdes, chocolate amargo e frutas vermelhas. Todos estes são úteis, mesmo se você não tiver câncer, pois eles auxiliam um sistema imunológico saudável em geral.

Os pesquisadores também sugerem que o remédio anti-inflamatório pode ajudar a manter o sistema imunológico sob controle, para que o câncer não se espalhe. Testes com camundongos mostraram que essa era outra rota eficaz, mas são necessários mais estudos para ver o quão bem sucedido pode ser em humanos.

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