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"Médicos estão a ser investigados por fraudes de quase mil milhões!

Há 432 médicos a serem investigados por terem lesado o Estado em 943 milhões de euros. Em causa estão fraudes no Serviço Nacional de Saúde, praticadas desde 2012." Diz o RR.Sapo, a Rádio Renascença e o Expresso entre outros.

dsalud

 

"Além dos Políticos os Médicos em Portugal Também são Corruptos". Consta no YouTube

 

"MÉDICO ESPANHOL EXPÕE MÉDICOS PORTUGUESES - EU SEI PORQUE HÁ LISTAS DE ESPERA."

"Um médico espanhol, e a sua equipa, em 6 dias operou tanto, como 5 médicos num ano e por metade do preço cobrado na privada."

"Em seis dias, um oftalmologista espanhol realizou 234 cirurgias a doentes com cataratas no Hospital N. Srª do Rosário, no Barreiro, num processo que está a "indignar" a Ordem dos Médicos. Os preços praticados são altamente concorrenciais, tendo sido esta a solução encontrada pelo hospital para combater a lista de espera.
O paciente mais antigo já aguardava desde Janeiro de 2007, tendo ultrapassado o prazo limite de espera de uma cirurgia. No ano passado chegaram a existir 616 novas propostas cirúrgicas em espera naquela unidade de saúde.
Os sete especialistas do serviço realizaram apenas 359 operações em 2007 (cerca de 50 por médico num ano). No final do ano passado, a lista de espera era de 384, e foi entretanto reduzida a 50 com a intervenção do médico espanhol.
A passagem pelo Barreiro durante o mês de Março - onde garante regressar nos próximos dois anos, embora o hospital não confirme - foi a segunda experiência em Portugal do oftalmologista José Antonio Lillo Bravo. Entre 2000 e 2003 já havia realizado 1500 operações no Hospital de Santa Luzia, em Elvas, indiferente às "críticas" de que diz ter sido alvo dos colegas portugueses.
"Eu percebo a preocupação deles e sei porque há listas de espera tão grandes em Portugal. É que por cada operação no privado cobram cerca de dois mil euros", diz o oftalmologista espanhol, que cobrou 900 euros por cada operação realizada no Barreiro.

"Tive a curiosidade de saber qual é a média de cirurgias mensais no hospital e verifiquei que em Janeiro se fizeram 28 intervenções, sendo que 21 dos doentes foram operados com anestesia geral", referiu, sustentando que a sua técnica já nada tem a ver com esse método.
O oftalmologista, que assume acompanhar o pós-operatório, explicou que recorre a anestesia local, feita com umas gotas de colírio anestésico, sendo a cirurgia realizada por meio da facoemulsificação. (...) "Não há necessidade de suturas. (...) Ao fim de cinco dias a pessoa vai para casa", revelou, garantindo que Portugal regista "um grande atraso" nesta valência, (...) o paciente necessita de pelo menos 15 dias para reconquistar a visão.
As 234 cirurgias realizadas no Barreiro, por um total de 210 mil euros, foi o limite possível sem haver necessidade de abrir concurso público internacional, sendo que o médico fez deslocar a sua equipa e ainda o microscópio e o facoemulsificador. O hospital disponibilizou somente um enfermeiro para prestar apoio." Fonte DN

Entretanto, por cá, continuam a realizar-se contratos ruinosos para o estado, mas lucrativos para quem gosta de se aproveitar dos contribuintes. Ao mesmo tempo que se promove o aumento das listas de espera, tornando-as rentáveis.
1 - "Oftalmologista encaixou mais de um milhão de euros por cirurgias em horário de trabalho
O Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia (SIGIC) criado em 2004 para gerir as listas de espera em Portugal está a revelar-se proveitoso para médicos que têm recebido extras para fazerem operações que, na prática, ocorrem durante o seu tempo de trabalho normal.(...)
Segundo a IGAS, citada pelo jornal, os hospitais do SNS suportam “um elevado peso remuneratório mercê de sobreposições entre a produção cirúrgica adicional e os tempos normais de trabalho”, tendo a Inspecção-geral constatado “a concentração da produção cirúrgica adicional, nos anos de 2009 e 2012, quase sempre pelos mesmos profissionais, sendo que em situação irregular, por sobreposição com horário normal de trabalho, se destacou a de um médico oftalmologista com peso superior a um milhão de euros”.
Este médico não é o único, diz o Público, que exemplifica ainda com o caso de uma médica anestesista e outros quatro cirurgiões que receberam extras sem registarem as suas horas de trabalho nos serviços. O coordenado do SIGIC, Pedro Gomes, ouvido pelo Publico, diz que estes são casos “absolutamente residuais”. Fonte DN
2 - "Inspecção da Saúde detectou vários casos de clínicos do SNS a receber mais de 200 mil euros por ano acima do salário-base em incentivos e horas extraordinárias. Sindicatos falam em situações pontuais." Fonte DN
3 - "Médicos de família ganharam mais de cem mil euros anuais. Neste top de médicos com remunerações mais elevadas há o caso de um clínico da zona centro do país que, em 2011, levou para casa um salário bruto de 243.096 euros. Deste total, apenas 52.003 euros são de remuneração-base, correspondendo 172.764 euros a trabalho extraordinário. Na mesma zona, um outro médico com o mesmo salário-base recebeu 140.762 euros por trabalho extraordinário. Aliás, em quase todos os casos sinalizados os médicos tinham salários-base na ordem dos 50 mil euros, mas no final do ano recebiam quantias que ultrapassavam os 160 mil euros em verbas adicionais. 18 milhões em horas extras." Fonte DN

"Portugal: médicos condenados por pedofilia, continuam trabalhando em hospitais." Afirma Agência LUSA-ORDEM DOS MÉDICOS- editado p/ Cimberley Cáspio

 

"Médicos apanhados em 57 fraudes por receitarem centenas de antidepressivos"

"Ministério da Saúde, DCIAP e PJ cooperam em equipas de investigação para travar os esquemas que já são comparados aos de tráfico de droga." Escreve o DN

 

"O Tribunal da Relação de Coimbra condenou dois médicos a uma pena de três anos de prisão, suspensa por igual período de tempo, por corrupção passiva – beneficiaram de viagens pagas por empresas que fornecem implantes cocleares." Por:P.G./L.O.

"Há cerca de um ano os arguidos, três médicos otorrinolaringologistas (um já falecido), do Centro Hospitalar de Coimbra, tinham sido absolvidos pelo tribunal de primeira instância. No entanto, o Ministério Público recorreu e viu a Relação dar-lhe razão. Num inquérito aberto pela PJ, em 2004, os investigadores concluíram que José Santos, Fernando Filipe, e Manuel Filipe (falecido em Outubro de 2011), viajaram ao estrangeiro às custas das empresas." Escreve o ASJP

Enfim, a lista é longa e demasiado contrastante para com uma realidade que se exigiria ser mais benemérita para com o doente/paciente.

Muita gente doente me escreveu a relatar a sua má experiência ou experiências junto dos médicos. Por vezes num vernáculo nada abonatório para com a classe médica e sua OM. Desde "o sacana do médico nem olhou sequer para mim", "a besta nem me mandou sentar, passou-me a receita e despachou-me", "por menos de 10 minutos de consulta psiquiátrica o professor doutor pediu-me 120 euros", "o animal disse-me que a minha mãe não tinha nada e 3 dias depois ela estava morta", até a "o que o médico me quer ver é para apenas me passar a receita e ver-me logo de seguida pelas costas"!

Claro que más pessoas existem em todas as profissões, porém não estamos a falar de uma profissão de talhante, mas sim de uma nobre profissão que deveria ter em conta o lema máximo "primum non nocere" (acima de tudo não causar dano) ao doente. Lema que parece ter sido mandado às malvas.

Que adianta nisto tudo ao doente e consumidor haver uma OM (Ordem dos Médicos), um conselho de ética e deontologia, se depois o doente é lesado em toda a linha?

Não é modo algum de surpreender que a confiança dos portugueses neste grupo profissional seja a mais baixa desde que há memória, segundo alguns inquéritos públicos varia entre 37% e 59% de pessoas que não confiam mais nos médicos. Surpreendidos? Eu nem por isso.

Não será também alheio o facto de a Direção-Geral de Saúde concordar com terapeutas na isenção do IVA enquanto a OM parece estar contra! Assim a OM contribui para que o fosso entre o consumidor/doente/paciente e o médico convencional não diminua.

 

Obs.:

Poderei estar enganado, porém e geralmente de todos os que foram apanhados irão talvez a julgamente 2-3 médicos, para serem os bodes expiatórios. Enquanto isso,os estragos nos cofres dos contribuintes e na saúde dos utentes são difíceis de qualificar e quantificar.

 

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- "Pedro Ribeiro da Silva, da Direção-geral de Saúde, refere que as terapêuticas não convencionais "têm autonomia" em relação à pratica da medicina e contam com "outro tipo de certificação científica". Diz a RTP-Notícias.

 

Fontes:

Ciberrede

 

 

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19 comentários

De J.A.F. a 05.01.2017 às 11:07

Maio de 2014. João, técnico de oxigenoterapia, está de saída da casa de um doente quando sofre uma queda aparatosa. Com estava em trabalho, o processo é entregue à seguradora. O pesadelo estava apenas a começar: mais de dois anos depois, o caso ainda segue na Justiça. Ana, de 43 anos, comercial numa companhia de seguros, está há três anos a viver o mesmo filme depois de um acidente de automóvel em trabalho.



Só queriam ver as sequelas reconhecidas, e ser ressarcidos, mas nesse processo deram de caras com uma teia inesperada de relações entre seguradoras e médicos. Os casos foram denunciados ao SOL pela Best Medical Opinion. Pedro Meira e Cruz, diretor da empresa que presta serviços na área dos pareceres médico-legais, fala de «promiscuidades frequentes nas atividades clínicas e médico-legais».

João seguiu o percurso comum nos acidentes de trabalho. Depois de ir ao hospital para os primeiros curativos, o processo foi entregue pela entidade patronal à seguradora que diligenciou o acompanhamento clínico num hospital particular.

O primeiro médico diagnosticou-lhe um pulso dorido. Oito dias de baixa e estaria tudo resolvido. Mas as dores não passaram. Ao fim de dois meses, a seguradora dá luz verde a uma ressonância. O exame revela a fibrocartilagem da mão esquerda desfeita. João é submetido a uma reconstrução e está nove meses de baixa.

O passo seguinte é perceber se há danos. Quando há um acidente de trabalho, depois da alta pode haver dois desfechos: ou o sinistrado é considerado curado sem limitações ou os médicos que fazem o acompanhamento – funcionários da seguradora ou contratados pelas companhias – reconhecem sequelas que poderão dar lugar a algum tipo de reparação financeira pelo impacto na capacidade da pessoa para trabalhar.

João, canhoto e com limitações no pulso esquerdo, ia ficar com sequelas e foi enviado para o gabinete da seguradora onde é feita uma proposta de valorização das sequelas de acordo com a Tabela Nacional de Incapacidades.

Os peritos da seguradora reconhecem-lhe uma incapacidade de 2%, que lhe daria direito a uma indemnização na casa dos 7 mil a 8 mil euros. Quando há uma valorização acima de 0%, o assunto é obrigatoriamente encaminhado para o tribunal de trabalho. João decide procurar uma segunda opinião. É aqui que entra a Best Medical Opinion, lembra, empresa que fornece serviços nesta área.

Quando termina a perícia, apontam uma incapacidade de 7,98%, que por lei deve aumentar em 1,5 pontos percentuais por não poder regressar às funções que tinha antes do acidente. A indemnização a que teria direito poderia ser não de sete mil mas de 20 mil euros. Se até aqui tudo isto poderia resultar de uma análise subjectiva, que em última instância caberia à Justiça dirimir, a procissão ia no adro.

Em tribunal, os trâmites estão bem definidos. Primeiro o sinistrado é convocado para uma avaliação – o exame singular – feita um por médico requisitado pelo tribunal (peritos dos tribunais ou do Instituto de Medicina Legal). João compareceu à chamada e a avaliação foi idêntica à da Best Medical Opinion, só faltava o acréscimo por ter de mudar de funções.

Segue-se uma tentativa de conciliação com representantes da companhia de seguros e do Ministério Público em que os intervenientes são confrontados com a perícia anterior. Quando não há acordo, o juiz ordena uma junta médica composta por um médico que representa o tribunal, um médico que representa a seguradora e um clínico que representa o sinistrado. Desta junta, presidida pelo juiz, pode resultar uma decisão médico-legal por unanimidade, maioria ou, em última instância, a decisão cabe ao juiz.

Seguradora envia médico assistente a três juntas

É aqui que o processo de João se torna kafkiano. Na primeira reunião da junta médica, começam a notar problemas. O médico representante da seguradora era o mesmo que o tinha visto no hospital e lhe tinha dito que o pulso não tinha nada de especial. O código deontológico dos médicos determina, no art.º 102.º, «as funções de médico assistente e médico perito são incompatíveis, não devendo ser exercidas pela mesma pessoa».

A defesa de João não pega logo por aí, até porque de acordo com a advogada de João, Cristina Bértolo, inicialmente o nome do médico não surgia no processo clínico.

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