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Bochechar com óleo de girassol

Mais de 30 diferentes doenças sistémicas estão listadas na Aiurvédica e que podem ser curadas com o óleo. Bochechando, cura a dor de cabeça e enxaqueca, Diabetes, distúrbios hormonais, e a Asma.

Foto: pravda-tv

 


Pelo Dr. F. Karach – Academia de Ciências da Rússia


Do relatório do Dr. F. Karach, um participante do Congresso de Cancerologia e Bacteriologia da Ucrânia, no qual foi explicado um método incomum e muito simples de cura para o corpo humano com a ajuda do óleo vegetal de girassol.

Os resultados desse processo de cura provocam admiração e dúvidas sobre o conteúdo de seu relatório, mas, após um exame mais detalhado de sua terapia com o óleo, qualquer um pode se convencer dos argumentos dele e experimentar os efeitos em seu próprio corpo.

É mais do que impressionante que um método de cura tão simples possa produzir um sucesso tão grande para a saúde, tanto no tratamento quanto na cura de doenças “nas quais se pode até evitar cirurgias ou ingestão de medicamentos de vários tipos com seus efeitos colaterais tão prejudiciais”.

Dr. Karach continua expondo que, na verdade, o princípio da cura está principalmente na maneira como ela é feita, isto é, em saborear e bochechar o óleo na cavidade bucal. O resto da cura é feita pelo próprio organismo humano.

Deste modo, é possível que, ao mesmo tempo, todas as células e tecidos do corpo se regenerem juntos. Com isso, impede-se o extermínio da flora bacteriana e, consequentemente, os estragos no organismo. De contrário, o equilíbrio do organismo é enfraquecido e, como consequência final, fica diminuído e seu tempo de vida. O ser humano vive, praticamente, só a metade dos anos que poderia viver. Ele poderia muito bem atingir 140 ou 150 anos.

 

Com este método, dores de cabeça, bronquite, dores de dente, trombose, doenças sanguíneas crónicas, artrose, paralisia, eczemas, úlcera no estômago, doenças intestinais, dores nos rins e no coração, encefalite e doenças femininas, foram totalmente curadas.

 

Como profilaxia, a formação de tumores letais é impedida e também curada, assim como, por exemplo, doenças sanguíneas crónicas, paralisia, doenças nervosas, estomacais, pulmonares e de fígado e, a doença do sono epidérmica.

 

O método de cura aqui apresentado, cura o organismo por inteiro e funciona também como preventivo nos casos de tumores e enfartes/infartos. Com esse método consegui curar minha doença sanguínea crónica, com a qual convivi durante 15 anos e curei também minha artrose.

 

Bochechar óleo ajuda nas seguintes maleitas:

- Na gengivite e a periodontite 
- Dor de dente 
- Mau-hálito/halitosis
- Secura da boca 
- Lábios rachados 
- Dor de cabeça 
- Bronquite, resfriados e gripe 
- Doença de úlcera péptica e gástrica, inflamação da mucosa 
- Doenças do tracto gastro-intestinal 
- Doenças do coração 
- Doenças no sangue 
- Doenças dos rins e do fígado 
- Trombose 
- Insónia Crónica 
- Acne, Eczema, Psoríase, Eczema 
- Doenças femininas

 

A limpeza da cavidade bucal deve ser feita diariamente, pelo menos 1x/dia, nos casos mais graves 3x/dia. Lance um olhar sobre os seus dentes. Seus dentes se são brancos e estão firmes, então só precisa de lidar com a prevenção de cárie e de doença periodontal. Se seus dentes não estiverem mais em boas condições, vai ter de começar imediatamente com a limpeza do bochechar óleo. A cavidade oral é infelizmente um bom local para a  tricomoníase, também conhecida por “tricomoniose” ou “tricomonose”, que é uma infecção genital causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis. É transmitida através das relações sexuais ou contato íntimo com secreções de uma pessoa contaminada, ou seja, é uma Doença Sexualmente Transmissível (DST). Isto deve-se em grande parte ao sexo oral mas não só. Para além disto, há também fungos e outras bactérias que proliferam, chegando a mais de 600 espécies coabitam a boca, isto porque os micro-organismos gostam de se deliciar por ali mesmo. Todos eles necessitam de açúcar para retirarem energia para se multiplicarem.

Em cada beijo, especialmente o beijo de língua, realiza-se uma animada troca de tricomoníase, fungos, bactérias como Streptococcus ou Mycoplasma e outros patógenos, incluindo o HIV. No sexo oral, os micro-organismos fazem também os seus estragos na saúde oral, continuando a sua devastação na saúde de outros órgãos e partes do organismo humano, especialmente quando novas tricomoníases se encontram com outros parasitas alojados, aí a agressividade aumenta causando imensos estragos na saúde. 

A paradontite é um sinal de alarme, em que noutras partes existe uma doença crónica, seja a asma bronquial, diabetes, problemas de coração e circulação ou artrite.

 

O processo de cura com óleo de girassol vegetal

Como usar:

Coloca-se na boca uma colher de óleo (no máximo 1 colher de sopa – no mínimo, uma colher de chá). Esse óleo vai ser trabalhado na boca, sem pressa e sem esforço.

Faz-se bochechos com o óleo, de boca fechada, durante 15 a 20 minutos. O óleo não deve ser engolido de jeito nenhum. A princípio o óleo deve estar pastoso, mas depois vai ficando mais fluido. Quando a boca estiver bem cheia de líquido, cospe-se tudo. O líquido que sai tem que estar branco como leite. Se ainda estiver amarelo é sinal que se bochechou por pouco tempo. Depois de cuspir, lave a boca várias vezes com água corrente e escove os dentes. O líquido branco que foi cuspido está cheio de veneno (no sentido figurado), de tal forma que a pia ou o lavatório onde se cuspiu o líquido, tem que ser bem lavados.

 

No líquido cuspido se encontra uma quantidade imensa de bactérias, vários tipos de micróbios patogénicos e outras substâncias patogénicas prejudiciais à saúde. Se nós formos examinar uma gota deste líquido num microscópio que aumenta 600 vezes, veremos uma série de fibras se movimentando. Estas fibras são exactamente os micróbios em estágio inicial de desenvolvimento, não permitindo que se atinja um estado de saúde permanente. Um dos efeitos mais acentuados é fortalecimento dos dentes bambos, acaba com sangramento das gengivas e os dentes se tornam mais brancos.

É melhor fazer este bochecho com o óleo de manhã cedo, ao se levantar e sem ter lavado o rosto e escovado os dentes, isto é, antes de tomar o café da manhã. Se quiser apressar o processo de cura, pode-se repetir o processo por 3 vezes ao dia, antes das refeições e com o estômago vazio. A única coisa que acontece é o aceleramento do processo de cura e não há prejuízo à saúde.

 

Este tratamento deve ser mantido até que:

a) o organismo volte a ter sua fortaleza original,
b) você volte a ter sono tranquilo,
c) ao acordar não sinta fadiga nenhuma,
d) os olhos devem estar sem olheiras,
e) um apetite saudável, um bom sono e uma memória sem problemas voltem a existir.

 

Aqui é bom salientar que no princípio possa aparecer um agravamento aparente, especialmente nos pacientes que sofrem de várias doenças ao mesmo tempo. Este sentimento aparece principalmente quando os focos de infecção começam a desaparecer ou quando um foco de infecção inflamado começa sobre outro foco, que no futuro iria se converter numa doença perigosa.

 

Não há, entretanto, por causa disto, nenhum fundamento para interromper o tratamento, mesmo que apareça febre. Uma piora significa apenas que a doença está desaparecendo e o organismo está se recuperando. A cura em si acontece durante o bochechar com o óleo e, quantas vezes por dia se quer aplicar o tratamento, fica por conta da decisão de cada pessoa. Doenças súbitas demoram de dois a quatro dias para serem curadas. Doenças crónicas demoram até um ano para serem curadas.

Não interrompa o tratamento até conseguir a cura!

 

Nota bene:

O óleo deve ser espremido a frio.

Levante-se cedo, faça a sua higiene física como evacuar e/ou urinar, lave-se (pelo menos as mãos, os olhos e a cara) e de seguida vá bochechar o óleo de girassol.

De seguida, lave a boca e esfregue as gengivas e os dentes com a escova, suavemente.

Depois disso, beba uma caneca de água fervida e bem quente. Isso irá promover a limpeza intestinal.
O óleo de girassol parece funcionar como um isco/engodo/armadilha para os parasitas que são atraídos para este óleo, depois de bochechar continuamente durante o tempo que dura, os parasitas bucais são cuspidos (para a terra, vaso sanitário/sanita).

Eu pessoalmente gosto muito do óleo de coco devido às suas positivas propriedades e por isso é o que eu mais utilizo.

 

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Fontes:

Cleuza During (tradução)

Natur und Medizin

Zentrum der Gesundheit

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3 comentários

De Anónimo a 06.03.2018 às 18:16

O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais está longe de ser preciso quando se fala em saúde mental. Isso não é novidade para alguns, mas a indústria farmacêutica e uma cultura de adoecimento já estabelecida faz com que a maioria dos profissionais da área simplesmente não percebam a gravidade disso.
Existe na sociedade o que podemos chamar de "discurso de adoecimento". O desenvolvimento desse conceito foi matéria de estudo em um artigo de Pós-Graduação em Saúde Mental (ainda não publicado), onde foi evidenciado como através do modelo biomédico de saúde, das estruturas hospitalares, da formação acadêmica e dos interesses de mercado, durante décadas produzimos uma série de práticas e concepções (discursos) capazes de "patologizar" questões comuns da vida humana como forma de remediar e classificar os seus conflitos.


Com base nisso e querendo ampliar o assunto aos leitores, publicamos recentemente a informação de que a Noruega criou o primeiro hospital psiquiátrico do mundo - sem fazer uso de medicamentos -, notícia essa que alcançou grande repercussão entre profissionais e interessados no assunto.

Ora, apesar da boa aceitação, alguns ainda demonstram não conhecer a realidade por trás das classificações diagnósticas, por exemplo, do que chamamos de "transtornos psiquiátricos". Essa realidade está fortemente vinculada aos interesses da indústria farmacêutica, mas também à ignorância - ou comodismo acadêmico - entorno dos conceitos acerca de tais classificações, bem como à conveniência financeira e metodológica do próprio profissional.

Pensando isso, resolvemos resgatar uma entrevista de 2014 com o psiquiatra Dr. Allen Frances, responsável pela equipe que redigiu o DSM IV, do qual ficou responsável por vários anos. Em seu livro "Salvando o Normal: revolta de um informante contra o diagnóstico psiquiátrico fora de controle, DSM-5, grande indústria farmacêutica e a medicalização da vida cotidiana" (ainda não publicado no Brasil), o autor denuncia fatos que estão longe de serem ensinados nas academias, mas que podem ser compreendidos por qualquer estudante ou profissional intelectualmente honesto.

Segue a entrevista:


Pergunta. No livro, o senhor faz um mea culpa, mas é ainda mais duro com o trabalho de seus colegas do DSM V. Por quê?

Resposta. Fomos muito conservadores e só introduzimos [no DSM IV] dois dos 94 novos transtornos mentais sugeridos. Ao acabar, nos felicitamos, convencidos de que tínhamos feito um bom trabalho. Mas o DSM IV acabou sendo um dique frágil demais para frear o impulso agressivo e diabolicamente ardiloso das empresas farmacêuticas no sentido de introduzir novas entidades patológicas. Não soubemos nos antecipar ao poder dos laboratórios de fazer médicos, pais e pacientes acreditarem que o transtorno psiquiátrico é algo muito comum e de fácil solução. O resultado foi uma inflação diagnóstica que causa muito dano, especialmente na psiquiatria infantil. Agora, a ampliação de síndromes e patologias no DSM V vai transformar a atual inflação diagnóstica em hiperinflação

De Anónimo a 06.03.2018 às 18:18

P. Seremos todos considerados doentes mentais?

R. Algo assim. Há seis anos, encontrei amigos e colegas que tinham participado da última revisão e os vi tão entusiasmados que não pude senão recorrer à ironia: vocês ampliaram tanto a lista de patologias, eu disse a eles, que eu mesmo me reconheço em muitos desses transtornos. Com frequência me esqueço das coisas, de modo que certamente tenho uma demência em estágio preliminar; de vez em quando como muito, então provavelmente tenho a síndrome do comedor compulsivo; e, como quando minha mulher morreu a tristeza durou mais de uma semana e ainda me dói, devo ter caído em uma depressão. É absurdo. Criamos um sistema de diagnóstico que transforma problemas cotidianos e normais da vida em transtornos mentais.

P. Com a colaboração da indústria farmacêutica...

R. É óbvio. Graças àqueles que lhes permitiram fazer publicidade de seus produtos, os laboratórios estão enganando o público, fazendo acreditar que os problemas se resolvem com comprimidos. Mas não é assim. Os fármacos são necessários e muito úteis em transtornos mentais severos e persistentes, que provocam uma grande incapacidade. Mas não ajudam nos problemas cotidianos, pelo contrário: o excesso de medicação causa mais danos que benefícios. Não existe tratamento mágico contra o mal-estar.

P. O que propõe para frear essa tendência?

R. Controlar melhor a indústria e educar de novo os médicos e a sociedade, que aceita de forma muito acrítica as facilidades oferecidas para se medicar, o que está provocando além do mais a aparição de um perigosíssimo mercado clandestino de fármacos psiquiátricos. Em meu país, 30% dos estudantes universitários e 10% dos do ensino médio compram fármacos no mercado ilegal. Há um tipo de narcótico que cria muita dependência e pode dar lugar a casos de overdose e morte. Atualmente, já há mais mortes por abuso de medicamentos do que por consumo de drogas.

P. Em 2009, um estudo realizado na Holanda concluiu que 34% das crianças entre 5 e 15 anos eram tratadas por hiperatividade e déficit de atenção. É crível que uma em cada três crianças seja hiperativa?


R. Claro que não. A incidência real está em torno de 2% a 3% da população infantil e, entretanto, 11% das crianças nos EUA estão diagnosticadas como tal e, no caso dos adolescentes homens, 20%, sendo que metade é tratada com fármacos. Outro dado surpreendente: entre as crianças em tratamento, mais de 10.000 têm menos de três anos! Isso é algo selvagem, desumano. Os melhores especialistas, aqueles que honestamente ajudaram a definir a patologia, estão horrorizados. Perdeu-se o controle.

P. E há tanta síndrome de Asperger como indicam as estatísticas sobre tratamentos psiquiátricos?

R. Esse foi um dos dois novos transtornos que incorporamos no DSM IV, e em pouco tempo o diagnóstico de autismo se triplicou. O mesmo ocorreu com a hiperatividade. Calculamos que, com os novos critérios, os diagnósticos aumentariam em 15%, mas houve uma mudança brusca a partir de 1997, quando os laboratórios lançaram no mercado fármacos novos e muito caros, e além disso puderam fazer publicidade. O diagnóstico se multiplicou por 40.

De Anónimo a 06.03.2018 às 18:18

P. Na medicalização da vida, não influi também a cultura hedonista que busca o bem-estar a qualquer preço?

R. Os seres humanos são criaturas muito maleáveis. Sobrevivemos há milhões de anos graças a essa capacidade de confrontar a adversidade e nos sobrepor a ela. Agora mesmo, no Iraque ou na Síria, a vida pode ser um inferno. E entretanto as pessoas lutam para sobreviver. Se vivermos imersos em uma cultura que lança mão dos comprimidos diante de qualquer problema, vai se reduzir a nossa capacidade de confrontar o estresse e também a segurança em nós mesmos. Se esse comportamento se generalizar, a sociedade inteira se debilitará frente à adversidade. Além disso, quando tratamos um processo banal como se fosse uma enfermidade, diminuímos a dignidade de quem verdadeiramente a sofre.

P. E ser rotulado como alguém que sofre um transtorno mental não tem consequências também?

R. Muitas, e de fato a cada semana recebo emails de pais cujos filhos foram diagnosticados com um transtorno mental e estão desesperados por causa do preconceito que esse rótulo acarreta. É muito fácil fazer um diagnóstico errôneo, mas muito difícil reverter os danos que isso causa. Tanto no social como pelos efeitos adversos que o tratamento pode ter. Felizmente, está crescendo uma corrente crítica em relação a essas práticas. O próximo passo é conscientizar as pessoas de que remédio demais faz mal para a saúde.

P. Não vai ser fácil…

R. Certo, mas a mudança cultural é possível. Temos um exemplo magnífico: há 25 anos, nos EUA, 65% da população fumava. Agora, são menos de 20%. É um dos maiores avanços em saúde da história recente, e foi conseguido por uma mudança cultural. As fábricas de cigarro gastavam enormes somas de dinheiro para desinformar. O mesmo que ocorre agora com certos medicamentos psiquiátricos. Custou muito deslanchar as evidências científicas sobre o tabaco, mas, quando se conseguiu, a mudança foi muito rápida.

P. Nos últimos anos as autoridades sanitárias tomaram medidas para reduzir a pressão dos laboratórios sobre os médicos. Mas agora se deram conta de que podem influenciar o médico gerando demandas nos pacientes.


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R. Há estudos que demonstram que, quando um paciente pede um medicamento, há 20 vezes mais possibilidades de ele ser prescrito do que se a decisão coubesse apenas ao médico. Na Austrália, alguns laboratórios exigiam pessoas de muito boa aparência para o cargo de visitador médico, porque haviam comprovado que gente bonita entrava com mais facilidade nos consultórios. A esse ponto chegamos. Agora temos de trabalhar para obter uma mudança de atitude nas pessoas.

P. Em que sentido?

R. Que em vez de ir ao médico em busca da pílula mágica para algo tenhamos uma atitude mais precavida. Que o normal seja que o paciente interrogue o médico cada vez que este receita algo. Perguntar por que prescreve, que benefícios traz, que efeitos adversos causará, se há outras alternativas. Se o paciente mostrar uma atitude resistente, é mais provável que os fármacos receitados a ele sejam justificados.

P. E também será preciso mudar hábitos.

R. Sim, e deixe-me lhe dizer um problema que observei. É preciso mudar os hábitos de sono! Vocês sofrem com uma grave falta de sono, e isso provoca ansiedade e irritabilidade. Jantar às 22h e ir dormir à meia-noite ou à 1h fazia sentido quando vocês faziam a sesta. O cérebro elimina toxinas à noite. Quem dorme pouco tem problemas, tanto físicos como psíquicos.


Com informações: El País

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