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Assuntos relativos às áreas das Medicinas Naturais / Medicinas Alternativas / Medicinas Tradicionais / Medicinas não Convencionais.
De acordo com novas pesquisas, o consumo de azeite de oliva extra virgem pode reduzir a probabilidade de desenvolver a doença de Alzheimer (DA). Os pesquisadores por trás do estudo, identificaram este componente-chave da dieta mediterrânea como uma medida preventiva efectiva contra a doença neurológica.
Dirigido pelo Dr. Domenico Praticò, a equipe de pesquisadores realizou seu estudo utilizando um modelo de camundongo/rato transgênico. Os camundongos foram geneticamente modificados para possuir as três principais características da doença, nomeadamente os emaranhados neurofibrilares, a formação da placa amiloide e a insuficiência de memória. Além disso, a equipe certificou-se de usar camundongos com seis meses de idade, já que os sintomas da doença de Alzheimer ainda não se manifestaram nesses camundongos.
Imagem; shuterstock.com
Os pesquisadores dividiram os camundongos/ratos em 2 grupos: um que foi alimentado com uma dieta regular de ração e outro grupo que foi alimentado com uma dieta de ração com azeite de oliva extra virgem da região da Apúlia, na Itália. Após seis meses de tratamento, os dois grupos foram submetidos a testes que mediram suas habilidades de aprendizado, memória operacional e memória espacial.
O grupo que tinha sido alimentado com azeite de oliva/azeitona extra virgem melhorou em todos os testes. Quando os pesquisadores estudaram as células cerebrais dos camundongos/ratos do grupo de azeite, eles encontraram células cerebrais mais saudáveis com níveis reduzidos de formações de placa amiloide e emaranhados neurofibrilares, bem como melhor integridade da sinapse.
As placas amiloides são o acumulo de proteínas tóxicas nos espaços entre os neurónios. Os emaranhados neurofibrilares, por outro lado, são massas anormais de proteína torcida – tau, para ser preciso – dentro das células nervosas. Acredita-se que a formação da placa amiloide e os emaranhados neurofibrilares contribuam para a doença de Alzheimer.
Os pesquisadores acreditam que os resultados promissores podem ser atribuídos ao azeite de azeitona/oliva extra virgem que induz a autofagia, a qual é o processo natural de destruição celular. Além de destruir as células, a autofagia também elimina quaisquer detritos tóxicos que se acumulam entre as células. O aumento subsequente na autofagia leva à desintegração e remoção de amiloides e tau fosforilados.
“Esta é uma descoberta emocionante para nós“, afirmou Praticò. “Graças a activação da autofagia, a memória e a integridade sináptica foram preservadas, e os efeitos patológicos em animais destinados de outro modo ao desenvolvimento da doença de Alzheimer foram significativamente reduzidos“.
Como parte de sua pesquisa contínua, Praticò e seus colegas pretendem introduzir o azeite aos ratos que já começaram a exibir sintomas da doença de Alzheimer.
“Normalmente, quando um paciente vê um médico devido a sintomas suspeitos de demência, a doença já está presente. Queremos saber se o azeite adicionado em um momento posterior da dieta pode parar ou reverter a doença“, explicou Praticò.
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Fontes:
Notícias Naturais
Zentrum der Gesundheit
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