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O que faz o glifosato nas vacinas?!

O cientista Anthony Samsel, segundo uma informação de 31 de Agosto de 2016,  ele contratou vários laboratórios, para analisarem as vacinas se elas continham o glifosato. Bingo. De facto o seu raciocínio estava correcto.

Motivo: Inúmeras vacinas, contêm a proteína de ovo de galinha, ou gelatina derivada de ossos. Ambas oriundas de gado de fazendas/herdades/agro industriais, tudo alimentado com ração geneticamente modificada e que contém também o célebre pesticida glifosato. 

 

Resultado das investigações: O glifosato foi encontrado em várias vacinas!

 

Samsel, considerou o número de moléculas de glifosato encontradas, de relevância para a saúde, por isso escreveu para vários organismos oficiais. A reacção por parte dos organismos oficiais foi, ao que se apurou, igual a zero. (Não são só as farmacêuticas com as suas vacinas que nos andam a enganar...)

O glifosato age de acordo com estudos, entre outras coisas, danifica a célula, promove o cancro/câncer, causa malformações em embriões, prejudica a capacidade reprodutiva, promove o desenvolvimento de doenças neurológicas.

 

 

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Fontes:

Impfkritik

impf-report

Zentrum der Gesundheit

Agrarkoordination

tonu

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13 comentários

De A Observar a 20.04.2017 às 09:14

Vários médicos na Europa e na América do Norte têm sido ameaçados após eles terem afirmado que as vacinas provocam autismo.
No Reino Unido, Andrew Wakefield foi proibido de exercer medicina. Nos Estados Unidos, Jeff Bradstreet ter-se-á suicidado.
Recuamos a 1998. Num artigo científico publicado na revista "The Lancet" o médico-cirurgião e investigador Andrew Wakefield associou a vacina VASPR (a tríplice contra o sarampo, a parotidite e a rubéola) ao autismo, a partir de uma amostra de 12 crianças.

O seu estudo teve grande repercussão na comunidade científica, mas também na população em geral, provocando um movimento anti-vacinação que diminuiu nos anos 2000 a taxa de vacinação em 80% no Reino Unido.

Em 2004, a imprensa britânica alegava que Wakefield teria falsificado os dados do estudo em troca de dinheiro de advogados que queriam processar a indústria farmacêutica. Algumas das crianças teriam afinal já problemas de saúde antes da vacinação e outras não tinham sequer sintomas da doença, concluiu mais tarde um outro estudo publicado no British Medical Journal (BMJ). Como hoje sabemos o British Medical Journal mentiu.
Em fevereiro de 2010, e perante todas as evidências, a revista científica britânica The Lancet retirou o artigo de Andrew Wakefield e pediu desculpas pelo sucedido. Nem três meses depois, a Ordem dos Médicos do Reino Unido (o General Medical Council) expulsou Andrew Wakefield da atividade.

Do outro lado do atlântico, o ativista e médico norte-americano James Jeffrey Bradstreet relacionou as vacina em geral ao autismo, isto porque, segundo ele, o problema estava na toxicidade do mercúrio presente nas mesmas.

Durante quase 20 anos, Bradstreet alimentou o movimento anti-vacinação em todo o território norte-americano, surgindo frequentemente nas notícias e publicando sucessivos estudos e artigos científicos. Por outro lado, dizia ter uma terapia inovadora e curativa do autismo, a partir da administração de imunoglobulina intravenosa.

Em 2015, e depois do seu consultório ter sido alvo de uma investigação da FDA, o regulador norte-americano, Jeff Bradstreet apareceu morto num rio da Carolina do Norte com um tiro no peito. Apesar da polícia ter concluído que se tratava de suicídio, a família nunca aceitou o desfecho do caso. Hoje como se sabe Jeff Bradstreet foi assassinado.


De Fraternidade a 20.04.2017 às 11:42

É a cereja em cima do bolo.
Só esse facto tira toda a vontade de adquirir qualquer tipo de vacina.

De Adelina H. a 22.04.2017 às 08:40

Com pesticidas nas vacinas depois os pais ainda se admiram por seus filhos terem cancro. Ninguém pode confiar nesta DGS nem sequer nos médicos e menos ainda na OM.

De José Damião a 20.04.2017 às 12:33

As vacinas são boas é para os porcos.
Todo o ser humano que a leva não é humana mas sim da espécie suína.

De Médicos Burlões a 20.04.2017 às 12:59

A ser verdade a DGS e seu representante sr. Joerge, A OM e seu bastonário assim como os médicos que recomendam a vacinação ou seja quem for que o faça, devia ser chamada à responsabilidade.

Vacinas com glifosato é demasiado mau, muito mau mesmo, isso é terrível e descidamente ficarei agora mais do lado do movimento dos que não se querem deixar vacinar.

De Adelina H. a 22.04.2017 às 08:39

Com pesticidas nas vacinas depois os pais ainda se admiram por seus filhos terem cancro.

De Itelvina Gomes a 20.04.2017 às 14:29

Neste mundo das farmacêuticas quando eu pensava nada haver mais que me pudesse surpreender ganho uma experiência do contrário.
Vacinas com glifosato o ideal para reduzir a população mundial e as futuras mulheres e homens ficarem estéreis e inférteis e por isso sem capacidade de se reproduzirem.

Se a DGS estivesse calada e dissesse mas era a verdade é que ela fazia bem mas assim a DGS está mas é ao serviço dos laboratórios.

De Ciência da treta a 20.04.2017 às 14:52

Tanta ciência, tanta medicina convencional, tanto laboratório e tantas autoridades e o resultado é este, as vacinas são uma mistela de tóxicos e dioxinas.
Começo a duvidar imenso da sanidade mental de quem dos anda a desgovernar, esta gentalha representa o demónio em pessoa.

De João Semedo a 20.04.2017 às 21:09

Vivemos numa sociedade em que é muito mas muito difícil confiar. Médicos e sua medicina, farmacêuticas e seus fármacos mais as vacinas e as autoridades vestem a pele de cordeiro mas por baixo são lobos esfomeados e crueis.
Esta então sobre as vacinas e o glifosato contido nas vacinas foi a gota de água.
Apetece dizer que vão mas é para o raio que os parta.

De Caetano Mendes a 20.04.2017 às 15:34

É por essa e por outras que as vacinas não merecem qualquer tipo de confiança. Confiar nas vacinas é como confiar o seu dinheiro aos ladrões. Sem tirar nem por.

De Adelina H. a 22.04.2017 às 08:37

E os pais ainda ficam muito admirados por seus filhos terem cancro, pois pudera com pesticidas nas vacinas nem era de esperar outra coisa.

De Carolina Freire a 20.04.2017 às 17:53

Ao que isto tudo chegou estamos entregues a bicharada agora até a porcaria das vacinas estão com pesticidas? Que nojo e os responsaveis nada fazem para isto ficar melhor. Trafulhas é com quem andamos metidos tanto medicos como laboratorios ao que isto chegou.

De Crianças não vacinadas a 13.06.2017 às 20:17

Crianças Vacinadas têm até 500% Probabilidades de Ficarem Doentes do que Crianças não Vacinadas

https://prisaoplanetaria.wordpress.com/2013/07/06/criancas-vacinadas-tem-ate-500-probabilidades-de-ficarem-doentes-do-que-criancas-nao-vacinadas/

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