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Tribunais de vacinas
O tribunal construido para julgar as lesões de vacinas funciona de forma favorável às farmacêuticas e ao estado.


5000 casos de lesões foram levadas a um tribunal especializado em casos de vacinas, onde foram aglomerados, e julgados por tipo de caso, onde foram arquivados.
Alguns casos teste foram julgados, num caso uma criança desenvolveu autismo poucos dias depois da vacina MMR
O tribunal usou a opinião de um cientista de que não existe ligação entre a vacina e o autismo, mas o cientista nem compareceu no tribunal, assim nem foi questionado sobre as suas afirmações.

Noutro caso um  laboratório apresentou provas da existência do vírus do sarampo (measles) nos tecidos da criança, mas mais uma vez puseram o laboratório em causa.

Noutro caso uma criança desenvolveu autismo depois da vacina MMR sendo usado um caso anterior para o mesmo desfecho

No entanto em 83 casos as famílias foram compensadas.
O governo continua a isentar as produtoras de vacinas de pagar pelos danos provocados.
O estado recompensa as vítimas em lugar dos fabricantes.


No caso da
varíola (small pox)  as vacinas nenhum efeito tiveram.
A imunidade de grupo não funciona na prática para o sarampo.
Na varicela (chicken pox) também não persiste qualquer imunidade nas pessoas vacinadas. A doença ataca mais as pessoas vacinadas do que as não vacinadas.
Na vacina da
parotidite a vacinação não preveniu casos.

O CDC escondeu dados que ligavam a vacina MMR (tríplice) aos casos de autismo
O Doutor Wakefield é um
Gastroenterologista. Em 1998  fez um estudo de 12 casos de crianças com doenças gastro-intestinais, e repercursões de desenvolvimento.

Em 1967 a primeira vacina MMR foi introduzida nos USA pela Merck, foi usada a estripe "Jeryl Lynn"
Em 1986 o Canada introduziu uma vacina MMR com a estripe "Urabe mumps", produzida pela SmithKline and French, mais tarde GSK
Em 1987 no Canada foi descoberto que a vacina provocava meningite.
Em 1988 o Canada suspendeu a distribuição da vacina MMR "Urabe", mesmo assim a licença de fabricação não foi retirada, o departamento britânico aprovou a licença mesmo depois de saber dos casos de meningite. O comité do Reino Unido de segurança das vacinas estava consciente dos casos de meningite associados à vacina, mas não agiu.
Em 1989 o Japão introduziu uma vacina mmr que suspendeu depois de descobrir que provocava meningite.
Em 1990 o Canada retirou a licença de fabricação da vacina MMR Urabe, depois de multiplos casos de reacções adversas serem registados no Reino Unido.
Em 1992 a liga de ajuda do reino unido recebeu um aumento grande de casos adversos provocados pela vacina.
Em setembro de 1992 a vacinação MMR urabe foi parada urgentemente no Reino Unido (taxe de Meningite 1 em 3800) em Nottingham, geral 1 em 11000. Mas a vacina continuou a ser fabricada e distribuída em outros países.
O departamento de saúde do Reino Unido passou então a usar a vacina MMR2 da Merck 
Em 1994 o Reino Unido tentou uma revacinação em massa com a estripe Jeryl Lynn, O advogado Richard Barr recebeu fundos para processar os fabricantes das vacinas MMR, baseado na vacina ser defeituosa e que não devia ter sido utilizado pois provocou várias mortes e lesões severas nas crianças.  
Em 1995, várias pessoas acusaram o departamento de saúde de enganar o publico, enquanto no Brasil era distribuida uma vacina que se sabia provocar meningite, continuava a ser usada a vacina MMR com a estripe URABE em mais países.
Em Janeiro de 1996 Richard Barr contacta o Doutor Wakefield que concorda em ser testemunha em casos de lesõescom o vírus do sarampo e a doença de Crohn, o Doutor Wakefield concorda em fazer um estudo para detectar o vírus em 5 crianças com autismo e 5 crianças com a doença de Crohn
O doutor Wakefield prepara uma equipa para os testes.

Em 1998 o doutor Wakefield aconselha o uso das vacinas Measles, Mumps e Rebeula isoladas, em vez da tríplice, 6 meses depois o departamento de saúde retirou a opção das vacinas individuais, deixando apenas duas opções aos pais, usar a MMR ou não vacinar.
A experiência brasileira com a vacina MMR Urabe é publicada com o aumento dramático de meningite depois do início da vacinação.
Em 2001 mais informação surge que associa desordens de desenvolvimento  com a presença do vírus do sarampo.
Em Julho de 2003 o presidente da Reed-Elsevier, proprietário e editor da publicação " The Lancet's" tornou-se o director não executivo da GlaxoSmithKline
Em Setembro de 2003 foram retirados os fundos atribuídos às famílias que tiveram os seus filhos danificados pela vacina, dizendo que não haveria ligação entre a vacina MMR e o autismo, ou a doença de bowel. Um apelo contra a retirada da ajuda às familias foi rejeitado. O Juiz que o rejeitou era irmão do proprietário da revista Lancet e director não executivo da GlaxoSmithKline.
A litigação foi parada pelo retiro de fundos depois de 10 anos de preparação do caso pelas famílias e os advogados dos laboratórios. A ajuda foi retirada 6 meses antes do caso chegar a tribunal.
Um editor do Sunday Times contactou Brian Deer para uma reportagem sobre a vacina MMR
Em 28 de Novembro de 2003 ele entrevista a mãe de uma dos 12 filhos do estudo Lancet, ele apresenta-sefalsamente como Brian Lawrence, interessado em decidir se o Sunday Times devia suportar a reaplicação de ajuda legal aos casos de MMR. No dia seguinte a mãe preocupada escreveu ao Sunday Times para se queixar pela forma da entrevista, onde Brian Deer denegriu todos as pessoas preocupadas com os casos da vacina MMR.
O Jornal The Sunday Times de 22 de Fevereiro de 2004 acusa os cientistas de assustarem as pessoas em relação À vacina MMR.
Em Março de 2004 10 dos 13 autores assinam uma carta a retrair da interpretação de um documento em que é escrito que as vacinas causam autismo ( que o documento não adverte)
Três recusaram assinar a retracção , Andrew Wakefield, John Walker Smith e Simon Murch, que foram mais tardeprocessados diante do conselho médico geral.
Brian Deer enviou uma carta a Tim Cox-Brown do conselho médico geral, onde adverte que o doutor warkefield tentou convencer outros em oferecer crianças para experiências médicas que envolviam processos com muitos riscos.
Continuaram a surgir informações sobre danos provocadas pelas vacinas MMR.
Em 2006 o doutor Stephen Walker confirmam a existência do vírus sarampo em crianças autistas.
Mais casos em tribunal em 2007.
O caso contra os três médicos vai a tribunal, durante 3 anos, os país das crianças declaram que os filhos tiveram benefícios do tratamento que receberam do doutor Wakefield.
Em 2009 o tribunal nas decisões sobre os casos teste declara que não há base científica para uma ligação entre a vacina MMR e a intoxicação por mercúrio no autismo.
O director executivo da news internacional (dona do The Sunday Times) é contractado pela GlaxoSmithKline para rever casos que possam ter impacto na reputação e em negócios do grupo.
A News internacional publica mais artigos a atacar o doutor Andrew Wakefield.
Em 28 de Janeiro de 2010 o tribunal declara que o doutor Wakefield falhou no seu dever  como consultante responsável, agiu desonestamente e irresponsavelmente contra o interesse dos seus pacientes, e  teve procedimentos  experimentais perigosos em crianças com autismo.
Em Fevereiro de 2010 o Lancet retira o documento do doutor Wakefield, dizendo que as experiências não tinham sido aprovadas pelo conselho de ética.
Em Maio de 2010 são retiradas as licenças médicas a Andrew Wakefield e John Walker Smith.
Maio de 2011, artigos continuam a aparecer com a ligação entre a vacinação e os casos de autismo.
Em Janeiro de 2012 o Doutor Wakefield processa Brian Deer por difamação no Texas, o caso foi arquivado. 
Em 2012 um juiz arquivou as queixas contra John Walker Smith, co-autor do estudo Lancet de 1998, é lhe dado de novo a licença para exercer medicina.
Em 2012 um tribunal Italiano obrigou a compensação por danos provocados pela vacina MMR à família de Valentino Bocca, advertindo que a vacina MMR causou autismo e doença de Bowel na criança.
Em Junho de 2014 os advogados que trouxeram casos de danos pela vacina MMR foram processados por terem lucro com um caso "sem esperança", o processo foi deixado cair, mas a ameaça de processamento pode ter feito os advogados não procederem em mais casos de danos pelas vacinas MMR.
Em Agosto de 2014 Um membro do CDC afirmou publicamente que o CDC omitiu de propósito dados que mostram a ligação entre a vacina MMR e o Autismo.
2015 A taxa de crianças com autismo subiu de 1 em cada 10000 crianças para 1 em cada 50 crianças nos últimos 30 anos.

R4 - Este documentário desmonta as mentiras usadas para continuar a injectar as crianças com venenos e doenças, explica também como a vacina gardasil faz com o que sistema de imunidade ataque o próprio corpo devido à contaminação da vacina nas paredes dos vasos capilares.

R5 - Percebam que são vocês próprios que têm que ir à procura da informação! Não fiquem à espera que a tv vos fale da realidade! - INFORMAÇÃO CRUCIAL -  - 
"Cientista e bioquímico revela documentos escondidos do CDC que mostram que o Timerosal nas vacinas aumenta as lesões neurológicas
O CDC tem ocultado as correlações entre o timerosal e as lesões neurológicas ao longo de muito tempo. Embora a FDA tenha dado um prazo de dois anos para que o preservativo à base de mercúrio seja removido das vacinas depois da neurotoxina ter sido proibida em 1999, ainda permanece até hoje em 60 por cento das vacinas contra a gripe. Um instituição atenta à indústria das vacinas obteve agora documentos do CDC que mostram riscos estatisticamente significativos de autismo associado ao preservativo da vacina, algo que o CDC nega mesmo quando confrontado com os seus próprios dados.
Durante quase dez anos, Brian Hooker tem pedido documentos que são mantidos sob estrita envoltura pelo Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC). Os seus mais de 100 pedidos de "Freedom of Information Act" (FOIA) resultaram em abundantes evidências de que o preservativo de vacinas Timerosal, que ainda é usado na vacina contra a gripe, é administrado a mulheres grávidas e bebês, pode causar autismo e outras doenças neurológicas.

O doutor Hooker, um cientista doutorado, trabalhou com dois membros do Congresso para elaborar a carta ao CDC que recentemente resultou na obtenção de dados desde há muito aguardados do CDC, o significado é histórico. De acordo com Hooker, os dados sobre mais de 400.000 crianças nascidas entre 1991 e 1997, que foram analisados pelo epidemiologista Thomas Verstraeten, MD, "provam inequivocamente que em 2000, os funcionários do CDC foram informados internamente do risco muito alto de autismo, de distúrbios não orgânicos do sono e distúrbios da fala associados à exposição ao timerosal ".

Factualmente, o timerosal é um composto com mercúrio que é um carcinogénio humano conhecido, mutagénio, teratogénio e disruptor do sistema imunitário em níveis inferiores a 1 parte por milhão, e é um composto ao qual alguns seres humanos podem ter uma reacção de choque anafiláctico. É também uma toxina reprodutiva e fetal reconhecida, sem um nível de exposição toxicologicamente seguro para os seres humanos.

Em novembro de 1997, o Congresso dos Estados Unidos aprovou o "Food and Drug Administration Modernization Act", exigindo o estudo do teor de mercúrio em produtos aprovados pela FDA. A avaliação revelou os níveis até então não reconhecidos de etilmercúrio em vacinas .

Em julho de 1999, as autoridades de saúde pública anunciaram que o timerosal seria eliminado das vacinas. O CDC, a Academia Americana de Pediatria e FDA insistiram que a medida era puramente cautelar. Eles solicitaram a todos os fabricantes de vacinas que eliminassem o mercúrio das vacinas.

Os pedidos foram recusados pelos fabricantes de vacinas que continuaram a cada ano a partir de então.

A FDA não exige que os ingredientes que compreendem menos de 1 por cento de um produto sejam divulgados no rótulo, por isso muito mais produtos podem conter timerosal e os consumidores nunca vão saber.

Elevado risco de Autismo
Quando os resultados do estudo de Verstraeten foram relatados primeiramente fora do CDC em 2005, não havia nenhuma evidência que alguém para além do Dr. Verstraeten dentro do CDC soubesse do risco relativo muito elevado de 7.6 vezes mais de autismo derivado da exposição ao Timerosal durante a infância. Mas agora, existem provas claras. Um recém-adquirido resumo de 1999 intitulado "Aumento do risco de desenvolvimento neurológico ímpar após alta exposição ao Timerosal contido nas vacinas no primeiro mês de vida" exigiu a aprovação dos altos funcionários do CDC antes da sua apresentação na conferência Epidemic Intelligence Service (EIS) . O timerosal, que é 50% de mercúrio em peso, foi usado na maioria das vacinas infantis e na injecção RhoGAM para mulheres grávidas antes do início de 2000. O CDC mantém que não há "relação entre Thimerosal contido nas vacinas e as taxas de autismo em crianças" Mesmo que os dados da própria base de dados Vaccine Safety Datalink (VSD) do CDC mostrem um risco muito elevado. Há uma série de registros públicos para apoiar isso, incluindo este registo do Congresso de 1 de maio de 2003. A recusa do CDC para reconhecer os riscos do timerosal é exemplificado por uma declaração vazada da Dra. Marie McCormick, presidente da Revisão de Segurança da imunização do CDC na OIM patrocinado pelo NIH. Em relação à vacinação, ela disse em 2001: "... nós nunca vamos descobrir que ele [autismo] é um verdadeiro efeito colateral ..." Além disso, o ex-diretor do CDC, que compra anualmente 4 bilhões de dólares em vacinas, é agora presidente da divisão de vacinas da Merck.

 

Efeitos tóxicos do timerosal não são mais disputa em estudo científico

O etilmercúrio derivado de timerosal em vacinas está agora bem estabelecido como uma toxina mitocondrial em células cerebrais humanas.

Existem dezenas de inquéritos científicos e estudos sobre os efeitos adversos do timerosal, incluindo anormalidades gastrointestinais e irregularidades do sistema imunológico.

O timerosal, é metabolizado (convertido) no metilmercúrio tóxico e "nocivo". E, por sua vez, o metilmercúrio nocivo é metabolizado (convertido) no mais nocivo, a longo prazo-tóxico, "inorgânico" mercúrio que é retido no tecido corporal.

O mercúrio "inorgânico" é o produto final do metabolismo do mercúrio. Os grupos sujeitos ao metilmercúrio confirmam que a via metabólica para o mercúrio no corpo humano e animal consiste na redução / conversão do metilmercúrio nocivo em um mercúrio "inorgânico" mais nocivo que se fixa ao tecido celular e é tóxico a longo prazo. Deste modo, tanto a substância originária (metilmercúrio) como a sua conversão / redução, mercúrio inorgânico são encontradas.

Com base nos achados publicados pelo Dr. Paul King, a via metabólica para o mercúrio orgânico envolve a conversão de Etilmercúrio (Thimerosal) em "metilmercúrio" e, em seguida, a redução adicional de "metilmercúrio" em mercúrio inorgânico.
 


O Congresso deve agir

A esperança fervorosa do Dr. Hooker para o futuro: "Devemos garantir que esta e outras evidências de malefícios do CDC sejam apresentadas ao Congresso e ao público o mais rápido possível. O Tempo é essencial. O futuro das crianças está em jogo ". Uma divisão dentro da comunidade do autismo levou a alguns activistas a exigir que a compensação para aqueles com reivindicações de lesões das vacinas ser a prioridade máxima antes do Congresso. O Doutor Hooker sustenta que a prevenção, "proteger nosso recurso mais precioso - a mente das crianças", deve vir em primeiro lugar. "Nossos funcionários eleitos devem ser informados sobre a corrupção do governo que mantém os médicos e pacientes na escuridão sobre os riscos das vacinas".

Referindo-se a uma organização que tem visto a sua quota de controvérsia no ano passado, Dr. Hooker observou: "É lamentável que a SafeMinds emitiu um comunicado de imprensa sobre as minhas informações, está a aceitar crédito pelo meu trabalho e não apoiou uma proibição mundial do Timerosal. "

Brian Hooker, PhD, PE, tem 15 anos de experiência no campo da bioengenharia e é professor associado na Universidade de Simpson, onde se especializou em biologia e química. Os seus mais de 50 trabalhos científicos e de engenharia foram publicados em revistas internacionalmente reconhecidas. O doutor Hooker tem um filho, de 16 anos, que se desenvolveu normalmente, mas depois regrediu para autismo após receber vacinas contendo timerosal. "


R6 - Resumo. Segundo a senhora que faz a apresentação no vídeo pelo menos 13 vacinas contêm detritos de tecidos de fetos abortados onde foram cultivados os vírus, e consoante o tecido na cultura que veio para a vacina, vai ser originada uma reacção do sistema imunitário contra os tecidos dos próprios órgãos da pessoa vacinada. Exemplo, se injectarem tecido dos pulmões do feto, o teu corpo desenvolve anti-corpos contra os tecidos pulmonares, o que resulta em asma! Se injectarem nas crianças tecidos gastro-intestinais dos fetos abortados onde estiveram as culturas de vírus eles podem desenvolver o sindroma "leaky gut" que consiste em no corpo o sistema digestivo passar alimentos para o sangue que ainda não foram transformados, criando uma reacção alérgica (https://pt.wikipedia.org/wiki/Anafilaxia) a esses alimentos cada vez que são ingeridos!
As células T são desactivadas pelas vacinas, permitindo a evolução do cancro.
Tal como a vacina gardasil para o vírus do papiloma humano, que é suposto proteger contra o cancro, e nem foi testada para isso, essa vacina causa cancro. Tal como é mostrado nesta ligação que partilhei à tarde!https://www.youtube.com/watch?v=TXvyZeZals4
Se forem tecidos da cartilagem, ficamos com artrites...
Se forem de camadas de pele, ficamos com https://pt.wikipedia.org/wiki/Psor%C3%ADase  e dermatitehttps://pt.wikipedia.org/wiki/DermatiteSe o corpo produzir anti-corpos contra os tecidos dos rins sofremos de nefriteshttps://pt.wikipedia.org/wiki/Nefrite Se forem células do Timo https://pt.wikipedia.org/wiki/Timo que estiverem na cultura de vírus vamos sofrer de https://pt.wikipedia.org/wiki/Miastenia_grave 
Se os metais e a poluição injectada que ficar depois agarrada à células no corpo, originarem que se produzam anticorpos contra as próprias células (refere que pelo próprio DNA) a pessoa vai desenvolver Lúpushttps://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%BApus_eritematoso_sist%C3%AAmico (E aqui está a causa desconhecida!) A morte súbita é muitas vezes provocada pela vacina contra a tosse convulsa. https://en.wikipedia.org/wiki/Pertussis_vaccine
As vacinas provocam vários problemas neurológicos aos quais os psicopatas deram nomes e falsas origens, e provocando a destruição geral da criança podem fazer com que ela se torne violenta e mais tarde criminosa ( ordem a partir do caos ). Um livro chamado "Vaccination, social violence and criminality " de Harris L. Coulter mostra estas ligações.
Toda o espectro dos Transtornos Globais do Desenvolvimento é provocado pela vacinas, cujas doenças continuam a aumentar à medida que lhes dão nomes para o dano cerebral provocado, por exemplo há um novo nome para as meninas com autismo, chamam-lhe em vez disso síndrome de rett.
O alumínio injectado faz com que o corpo produza células B em excesso, e faz ao mesmo tempo com que as células T não consigam destruir os corpos marcados, pois não têm energia suficiente para tanto lixo! Mas isso não garante que os germes injectados sejam todos eliminados e na prática as crianças podem ficar infectadas com o vírus injectado.   Uma parte importante do sistema imunitário está nos pulmões e no estômago, mas sendo as infecções introduzidas directamente dentro do corpo podem ficar lá até à morte!
Ou seja somos injectados com doenças crônicas das quais o corpo não se consegue livrar!
O sistema quer todas as grávidas avaliadas por psiquiatras para que possam ser drogadas, mesmo com as dezenas de milhares de casos em tribunais por causa dos danos provocados por essas drogas!
Os testes às crianças autistas que têm que ser feitos são a detecção de anticorpos à mielina e às fibras dos neurónios.

R7 - Um casal inventou um dispositivo para detectar as falhas respiratórias dos bebés e descobriram muito rápido que essas falhas se seguiam às vacinas dos 2 e 4 meses, principalmente nas 48 horas seguintes.
É explicado ainda neste vídeo como descobriram que a vacina infanrix hexa matou 69 bebés em Itália, porque 67 dos bebés morreram nos primeiros 10 dias depois da vacina.
E que os bebés que morrem de morte súbita têm falta da proteína Orexin. Em 2009 foi determinado que a vacina H1N1 provoca falta da proteína Orexin, que regula o sono, e que é isso que provoca narcolepsia, porque algo na vacina induzia uma reacção do sistema de imunidade a atacar as células receptoras de orexin, o que causa a morte desses receptores e a sua função no corpo deixar de ser feita.
(O estudo dizia que era uma proteína do vírus que induz a reacção autoimune, mas é possível que sejam as células do cérebro de fetos abortados que estejam na vacina que induzem essa resposta)
A vacina H1N1 está hoje incluída na vacina da gripe.
 
E em video aqui:

"Programa Nacional de Vacinação Terrorismo de Estado"
https://www.youtube.com/watch?v=g6uwbincG7g

"Programa Nacional de Vacinação 2017: Terrorismo de Estado!"
https://www.youtube.com/watch?v=Ke46A_5UWwY

Serviço Nacional de Saúde e a Maçonaria
https://www.youtube.com/watch?v=G42zdADJDYk
 
 

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Fonte:

Tiago Lopes (dialecto de hegel)

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