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SARAMPO EM PORTUGAL

Análise dos boletins epidemiológicos

Esta análise é efectuada com base nos boletins epidemiológicos do Sarampo que a DirecçãoGeral da Saúde disponibilizou até 29 de Maio 2017:

Informação prévia:

  • Esta análise busca aclarar o peso real da incidência do sarampo entre o grupo de vacinados e de não vacinados.
  • O primeiro e único caso da zona Norte foi um caso isolado e importado da Venezuela (grupo etário 1-4 anos), tal como é reportado a 31 de Março: . Por essa razão, não o irei considerar nesta análise, partimos então de um universo de 28 casos confirmados, e não de 29.
  • O óbito registado na Região de Lisboa e Vale do Tejo, de uma moça de 17 anos não vacinada por recomendação médica desde a mais tenra idade, era uma doente oncológica. Ainda assim, aceito contabilizá-la como um caso. Análise 1 - Os boletins epidemiológicos: Culpar os não vacinados pelos números deste surto (28 casos confirmados) é um exercício difícil de explicar, perante as anomalias de uma conhecida doença infantil:
  • Porque 25% do surto incidiu sobre os grupos etários entre 40-44 anos;
  • Porque 68% do surto incidiu sobre os grupos etários entre 20-45 anos; • Porque 46% do surto incidiu sobre profissionais de saúde;
  • Porque 77% dos profisssionais de saúde eram vacinados (10 dos 13 profissionais);

◦ 100% - Profissionais de saúde eram vacinados (2 casos – Algarve);

◦ 72% - Profissionais de saúde eram vacinados (8 casos - Lisboa e Vale do Tejo);

  • Porque 48% dos casos em Lisboa e Vale do Tejo eram vacinados;
  • Porque 43% dos casos no Algarve eram vacinados;
  • Porque 46% dos casos no país eram vacinados. Uma prevalência entre vacinados e não vacinados de quase meio por meio.

 

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Há casos e casos, é preciso diferenciar: • Porque no Algarve, 80% dos casos de não vacinados, ainda nem tinham idade para a 1ª toma da vacina do sarampo (aos 12 meses);

  • Porque 18% do total de casos considerados, correspondem a cinco bébés sem idade para terem a 1ª toma da vacina do sarampo.
  • Se abatermos ao total de 28 casos, os bébés que ainda não tinham idade para estar vacinados, obtemos um total de 23 casos que poderiam sim, estar vacinados. Esta alteração no divisor dá uma imagem mais justa da realidade.

A análise 2 – Contabilizados apenas os 23 casos em que faz sentido discriminar entre vacinados e não vacinados, a anomalia permanece:

 - Porque 30% do surto incidiu sobre os grupos etários entre 40-45 anos?

- Porque 83% do surto incidiu sobre os grupos etários entre 20-45 anos?

- Porque 57% do surto incidiu sobre profissionais de saúde?

Conclusão imediata – o sarampo é um conjunto de sintomas que atingiu de modo proporcional os vacinados e os não vacinados, vejamos:

  • Porque 50% dos casos em Lisboa e Vale do Tejo eram vacinados;
  • Porque 75% dos casos ocorreram em Lisboa e Vale do Tejo, reforçando o peso do valor da alínea anterior;
  • Porque 52% dos casos no país ocorreu em vacinados (no Algarve, 1 caso em 3 podia ser vacinado e não era; e em Lisboa e Vale do Tejo, 10 casos podiam ser vacinados e não eram). Ora, estes números colocam em evidência um facto, a vacina do sarampo parece não ser o factor decisivo para a ocorrência do contágio. E quem já teve o sarampo naturalmente não poderá ser contabilizados como não vacinado, estando supostamente imunizado. Aqui teremos de confiar nos números que a DGS nos dá.

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Desta análise percentual, parece-nos mais uma crise metabólica de que algo de carácter infeccioso. Sem querer discutir a causalidade real do Sarampo, é lícito pensar que os melhores cuidados médicos poderão estar em falta, tanto na prevenção como na terapêutica:

  • Oficialmente, o Sarampo é reconhecido como sendo causado por um vírus;
  • Foi demonstrado, cientificamente, em Janeiro deste ano, que a hipótese do vírus está errada. Desde logo, dá para entender a pressa das autoridades em apontar os não vacinados como bode expiatório, e continuar a mentir ao público.
  • O Dr. Francisco George, Director Geral de Saúde afirmou na Audição parlamentar de 26 Abril 2017, não saber porque há pessoas a evitar a vacinação (ver entre: 01h04m30s - 01h05m30s). Acho que ele dispensará o endereçamento da questão às Ciências Sociais, como ele aludiu.
  • A resposta está na verdade e na integridade, isto é outro duro golpe na precária confiança entre autoridades e o público. A DGS não pode alegar que desconhecia, ninguém vai acreditar, o mesmo é válido para a Ordem dos Médicos, o Instituto Ricardo Jorge, a Organização Mundial de Saúde, etc. E mais uma vez se cumpriram as sábias palavras do filósofo Olavo de Carvalho: "quando uma ciência se torna incapaz de perceber aquilo que o bom-senso é capaz de perceber, quem está errado é a ciência, naturalmente" – Palestra para alunos da Universidade Federal do Maranhão (05 de Agosto 2016);

 ; "The truth at any cost lowers all other costs."

– Robert David Steele ("A verdade a qualquer custo baixa todos os outros custos.")

 

Por isto, defendi na minha última mensagem ao Grupo de Trabalho de Saúde Pública (PPL 49/XIII/2.ª), a necessidade da realização de uma audição parlamentar em Microscopia de Campo Escuro e Pleomorfismo (ou Polimorfismo). Igual recomendação foi dirigida ao Grupo de Trabalho do sector leiteiro, após ter ouvido as audições da Ordem dos Nutricionistas e da Ordem dos Médicos.

 

 

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24 Janeiro 2017

Measles Virus Disproved in Bombshell German Supreme Court Ruling http://www.truthlibrary.info/articles/health/measles-virus-disproved-in-bombshell-german-supremecourt-ruling/

 O artigo anterior tem bons detalhes, ao ponto de merecer uma tradução que anexo com o título: "Refutado-virus-sarampo". Citações mais relevantes: « (...) Este erro, de acordo com Lanka, tornou-se a base da crença na doença-causada por vírus. Tal como ele disse: “(investigadores) interpretaram mal constituintes ordinários das células como sendo parte do suspeito vírus do sarampo.” »;

« (...) Uma vez que não há outras publicações além destas seis referidas que demonstrem [cientificamente] a existência do vírus do sarampo, o julgamento do Supremo Tribunal Federal Alemão sobre o vírus do sarampo e os resultados dos testes genéticos têm consequências: quaisquer declarações nacionais e internacionais sobre o alegado vírus do sarampo, sobre a infecciosidade do sarampo e o benefício e segurança da vacinação contra o sarampo, são, desde então, sem carácter científico e, portanto, foram privadas da base jurídica. »;

« (...) Além disso, o Director do Instituto Nacional de referência para o Sarampo, parte do Instituto Robert Koch (RKI), o Prof. Dr. Annette Mankertz, admitiu que o “vírus do sarampo” contém realmente componentes celulares normais (...) desencadeando uma resposta imune não-natural, muitas vezes comparada por peritos como equivalente ao “chutar um ninho de vespas”. »;

« “Isto explica o porquê da vacinação contra o sarampo causar alergias e reacções auto-imunes mais frequentes e severas do que outros tipos de vacinação” diz Lanka »; « o Instituto Robert Koch - a maior autoridade alemã em doenças infecciosas - (...) afirmou que havia feito os chamados estudos internos sobre o "vírus do sarampo", mas recusa-se a publicar ou a entregar esses resultados (...) trata-se apenas de uma história de encobrimento para salvar a face, (...) inteiramente típico das autoridades médicas quando são apanhadas numa mentira. »

Este foi o artigo que primeiro rompeu o véu do silênco sobre a notícia, e que eu já tive oportunidade de vos enviar em Abril: • (January 21, 2017) Anti-Vaxxer Biologist Stefan Lanka Bets Over $100K Measles Isn’t A Virus; He Wins In German Federal Supreme Court http://anonhq.com/anti-vaxxer-biologist-stefan-lanka-bets-100k-measles-isnt-virus-winsgerman-federal-supreme-court/

 

 

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Testemunhos pessoais

  • Tenho conhecimento de fonte fidedigna de duas pessoas que trabalharam na OMS, a quem lhes foi expressamente exigido que adequassem resultados e conclusões à Agenda da OMS, não à verdade factual.
  • Outra fonte, para mim fidedigna, sobre a vacinação do sarampo em Portugal. Na década de 80, um terço dos vacinados faziam encefalites. Não acreditam? Leiam a citação seguinte. É para isto que serve o segredo profissional (?). É que a mim, ninguém me paga para escrever este trabalho!!! Measles Vaccine Scandal: World Governments Have Known It Can Cause Neurological Disorders Since 1970’s

 http://vaccineimpact.com/2016/measles-vaccine-scandal-world-governments-have-known-it-cancause-neurological-disorders-since-1970s/

No artigo podem ser vistos os documentos originais:

« Reportamos estes factos porque acreditamos que o público tem o direito de saber o que se tem vindo a passar ao longo dos anos, em relação à vacina do sarampo. Queremos alertar a população do mundo que o CDC (Centers for Disease Control and Prevention) não é a única organização governamental que sabe há muitos anos que a vacina tríplice (sarampo, papeira e rubéola) e a vacina única do sarampo podem originar desordens neurológicas para toda a vida. (...) O acesso aos documentos foi obtido sob o 'Freedom of Information Act'. Em 1972, o Governo do Reino Unido tinha preocupações sérias sobre o potencial indutivo da vacina do sarampo causar Panencefalite Esclerosante Subaguda (SSPE). SSPE é uma condição neurodegenerativa, que afecta o comportamento da pessoa, a memória e coordenação, conduzindo a convulsões, cegueira e eventualmente a morte. » Longe vão os tempos da inoculação contra a varíola de Edward Jenner (1796), a natureza das vacinas mudou muito:

  • Até aos anos 50 do séc. XX, eram vacinas de anticorpos, geravam uma imunização passiva, de curta duração, sem indução de resposta imune, cuja produção massificada era demasiado cara.
  • Desde os anos 50 do séc. XX, passaram a vacinas de antigénios, gerando uma imunização activa, de longo prazo, com indução de resposta imune. Aumentou o risco de imunidade cruzada e da ocorrência de erros de identificação imunitária.
  • No séc. XXI caminha-se para as vacinas epigenéticas. O uso de ribossomas (produzem as proteínas das células) identificado como "vírus", vem de ser exposto no caso da vacina do sarampo, e confirma desde quando existe o sonho de criar vacinas com tecnologia de modificação genética pura. O surto de Ébola em 2014, é o exemplo mais conhecido do teste de uma vacina deste novo tipo. A inoculação de um retrovírus leva a uma reprogramação directa dos retículos endoplasmáticos, para que estes produzam antigénios daquilo contra o qual se pretende "vacinar". Uma loucura suicida!!!

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 Qualquer semelhança com a expressão "aprendiz de feiticeiro" é pura realidade. Admirem-se aqueles que não sabem porque há pessoas a evitar a vacinação! Admirem-se com a explosão de doenças autoimunes e mediadas pela imunidade. O verdadeiro custo económico, social e epigenético é evidente. Na Fig.1, podemos vislumbrar a seriedade do problema. Estima-se que nos EUA, no ano 2000, 18% da população tinha uma doença mediada pela imunidade. A multiplicidade destas doenças afectam a população de grupos etários cada vez mais jovens, contrariando o mito de as justificar como parte do envelhecimento da população e do aumento da longevidade. A população vive cada vez mais tempo com problemas cada vez mais crónicos e debilitantes. Falar em disrupção genómica seria adequado. Médicos como Herbert McGolfin Shelton (1895-1985) e Pierre-Valentin Marchesseau (1911-1994) são exemplos daqueles que avisaram as autoridades e a corporação médica "comprada" pelo Relatório Flexner (1910) e a filantropia interesseira, sobre as consequências da moda das vacinas. Para eles, a dimensão dos benefícios a curto prazo seria ultrapassada pela dimensão dos malefícios a longo prazo. A vacinação contaminaria o sangue com "vírus" e toxinas, vivos ou não, levando ao enfranquecimento vital, e a longo prazo, à explosão de doenças degenerativas (auto-imunes). É precisamente o que está a acontecer, hoje o mau diagnóstico e a subnotificação de doenças auto-imunes ajuda a esconder esta realidade objectiva:

« Death certificate data have also been used to estimate the relative ranking of autoimmune diseases among causes of death [3]. Studies of several autoimmune diseases have reported considerable under-reporting of these diseases on death certificates, however, even when contributing causes of death are included in the analysis. For example, in studies of multiple sclerosis patients in the United Kingdom [160] and type 1 diabetes patients in Germany [161], 27% and 29%, respectively of the death certificates did not include any mention of these respective diseases. Underascertainment rates were higher (40% and 42%, respectively) in studies of systemic lupus erythematosus [162] and rheumatoid arthritis [163] »

- Recent Insights in the Epidemiology of Autoimmune Diseases: Improved Prevalence Estimates and Understanding of Clustering of Diseases

 

6/7

 

A cientificação da medicina e a sua alta intensidade tecnológica dividiu o conhecimento numa miríade de especializações e sub-especializações, onde médicos e investigadores sabem cada vez mais, sobre cada vez menos. O desalinho entre os avanços científicos, as omissões lesivas dos interesses individuais e as mais latentes necessidades humanas justificam todo o cepticismo associado às acções de vacinação.

 

Na figura 2 está uma compilação das relações empíricas entre vacinas e doenças imunes. Acho que devíamos considerar isto muito a sério! 

 

Lisboa, 04  Junho, 2017

 

Fonte:

Rui Augusto

 

Refutada a existência do Vírus do Sarampo em estarrecedora decisão do Supremo Tribunal Alemão

Measles Virus Disproved in Bombshell German Court Ruling

www.globalfreedommovement.org/measles-virus-disproved-in-bombshell-german-court-ruling/

O anterior artigo desapareceu, a tradução é a do artigo seguinte, com o mesmo titulo:

http://www.truthlibrary.info/articles/health/measles-virus-disproved-in-bombshell-germansupreme-court-ruling/

Janeiro 24, 2017, por Global Freedom Movement

Este artigo (“Measles Virus Disproved in Bombshell German Court Ruling”) é material

original protegido por direitos autorais da Global Freedom Movement e pode ser republicado livremente na sua totalidade, com a devida atribuição (clicável), com todos os

hiperligações, nome do autor e biografia, e esta declaração de direito autoral intacta.

Por Brendan D. Murphy, fundadora do Global Freedom Movement

Vírus do Sarampo refutado?

Uma das maiores notícias na ciência e medicina em anos – talvez até em décadas – acabou de

surgir da Alemanha: a existência do vírus do sarampo acaba de sofrer um importante golpe e pode

– apenas pode – ter acabado de ser refutada.

Em Novembro de 2011, o biólogo (e virologista) Stefan Lanka desafiou a comunidade científica a

apresentar a verdadeira prova empírica e definitiva de que o vírus do sarampo realmente existe.

Ele estava tão convencido de que a crença na existência desse vírus – uma crença difundida,

arraigada e tomada simplesmente como certa – era desprovida de fundamento, que ele ofereceu

um prémio de 100 mil euros a qualquer pessoa que pudesse apresentar prova de identificação

laboratorial e uma medida do diâmetro do vírus.

O desafio foi rapidamente assumido por David Bardens e o assunto prosseguiu no sistema jurídico

alemão por vários anos, afim de determinar se o autor/reclamante tinha conseguido comprovar

cientificamente que o vírus do sarampo realmente existia, de acordo, com as especificações do

desafio de Lanka. Bardens apresentou seis publicações1 que ele afirmou constituírem prova do

vírus e, logo depois, exigiu que a recompensa fosse paga, envolvendo um advogado. Lanka não

aceitou a prova e a questão foi para tribunal. A 10 de Abril, 2014, o caso Lanka vs. Bardens

iniciou-se no Tribunal de Ravensburg, uma longa e complicada saga, com muitas acusações e

estranhas voltas e reviravoltas – e de início a decisão foi contra Lanka – mas as coisas não

ficaram por aqui.

 

1/4

 

A 16 de Fevereiro, 2016, o Acção de Recurso (Das Oberlandesgericht Stuttgart) reavaliou a

primeira decisão e concluiu que Bardens falhou em cumprir os critérios formais da “aposta”

estabelecida por Lanka. Então, Bardens levou o caso ao Tribunal Supremo Federal Alemão, em

Karlsruhe, em meados de 2016, na esperança de finalmente assegurar o prémio, que ele

acreditava ser dele.

Lanka vs. Bardens: Lanka ganha

Contudo, há apenas alguns dias atrás (Jan. 2017), a decisão do tribunal foi conhecida. O

veredicto: o generoso prémio de Lanka não seria pago. A reclamação de Bardens foi negada. Um

dogma médico acalorado, acabou de ser obliterado (ou pelo menos seriamente desafiado)? Se

assim for, as ramificações são nada menos do que enormes.

O Primeiro Senado Civil do Supremo Tribunal Federal (BGH) confirmou o julgamento prévio do

Supremo Tribunal Regional de Stuttgart (OLG), de 16 de Fevereiro de 2016. Não só o Lanka NÃO

tem de pagar o prémio, como Bardens é também condenado a pagar as custas judiciais. Ui!!

O biólogo (e virologista) Stefan Lanka informou sobre a saga legal do sarampo, segundo ele,

cinco especialistas estiveram envolvidos no caso, eles apresentaram os resultados e as análises

aos seis estudos científicos fundamentais apresentados por Bardens, utilizados para justificar a

existência do vírus do sarampo. Os cinco especialistas, incluindo o Prof. Dr. Andreas Podbielski,

"descobriram consistentemente que nenhuma das seis publicações que foram apresentadas ao

julgamento, contém prova científica da existência do suposto vírus do sarampo".1 Podbielski

trabalhou no Instituto de Microbiologia Médica, Virologia e Higiene de Rostock. (Bardens, por outro

lado, ainda estava para obter um doutoramento).

Toda esta ideia de um vírus do sarampo, estaremos nós diante de outra caótica trapalhada

médica? Podemos escutar praticamente daqui, as palpitações fortes do conglomerado

farmacêutico.

Terá a Genética destruido um mito tão querido?

Durante o julgamento, o resultado da investigação genética do suposto vírus do sarampo foi

apresentado.

Dois reconhecidos laboratórios, incluindo o maior e Instituto líder mundial em Genética,

chegaram a exactamente o mesmo resultado, independentemente. O resultado prova que

os autores das seis publicações sobre o caso do vírus do sarampo estavam errados, e

como consequência directa, todos os virologistas que apoiam esses estudos estão errados

e ainda hoje alimentam o erro: Eles interpretaram mal constituintes ordinários das

células como sendo parte do suspeito vírus do sarampo.

Por causa deste erro, durante décadas, no processo de criação do consenso, constituintes

normais das células foram mentalmente associados num modelo de vírus do sarampo. Até

hoje, a estrutura concreta correspondente a esse modelo nunca foi encontrada num

humano ou animal. Com estes resultados de testes genéticos, todas as teses da

existência do vírus do sarampo foram cientificamente refutadas.

2

2/4

Fundamentalmente – e fatalmente – os autores das seis publicações sobre o vírus do

sarampo (e seus defensores) foram expostos por não conduzirem nenhum experimento de

controlo, e falharam em seguir as “melhores práticas” científicas. O Dr. Podbielski

explicitamente confirmou isto. Este erro, de acordo com Lanka, tornou-se a base da

crença na doença-causada por vírus. Tal como ele disse: “Eles interpretaram mal

constituintes ordinários das células como sendo parte do suspeito vírus do sarampo.”3 Na

melhor das hipóteses, a existência de um “vírus do sarampo” continua sem prova; na pior

das hipóteses, está refutada e demolida, uma humilhação para a ciência e medicina.

Então e os Programas de Vacinação do Sarampo?

Com base no exposto, deve estar a perguntar-se qual é exactamente a base científica da

vacinação contra o sarampo. Lanka não foge à questão - pelo contrário:

Uma vez que não há outras publicações além destas seis referidas que demonstrem

[cientificamente] a existência do vírus do sarampo, o julgamento do Supremo Tribunal Federal

Alemão sobre o vírus do sarampo e os resultados dos testes genéticos têm consequências:

quaisquer declarações nacionais e internacionais sobre o alegado vírus do sarampo, sobre

a infecciosidade do sarampo e o benefício e segurança da vacinação contra o sarampo,

são, desde então, sem carácter científico e, portanto, foram privadas da base jurídica.

4

Além disso, o Director do Instituto Nacional de referência para o Sarampo, parte do Instituto

Robert Koch (RKI), o Prof. Dr. Annette Mankertz, admitiu que o “vírus do sarampo” contém

realmente componentes celulares normais, tais como ribossomas, e desde então, a vacina do

sarampo é uma vacina “virus inteiro”, pelo que contém estruturas celulares padrão. Estas são

injectadas directamente no sangue do receptor, ultrapassando todas as barreiras naturais e

mecanismos defensivos do corpo, desencadeando uma resposta imune não-natural, muitas vezes

comparada por peritos como equivalente ao “chutar um ninho de vespas”.

“Isto explica o porquê da vacinação contra o sarampo causar alergias e reacções autoimunes mais frequentes e severas do que outros tipos de vacinação” diz Lanka.

5

O perito nomeado para o processo, o Dr. Podbielski declarou em várias ocasiões durante o

processo judicial que, pela admissão do Instituto Robert Koch, o "vírus do sarampo" contém

ribossomas, a teoria do vírus do sarampo foi falsificada.

Além disso, durante o julgamento também foi registado que o Instituto Robert Koch - a maior

autoridade alemã em doenças infecciosas - contrariamente ao seu mandato legal [conforme § 4

da Lei de Protecção contra Infecções (IfSG)], não realizou testes científicos para o suposto vírus

do sarampo, nem os publicou. O RKI afirmou que havia feito os chamados estudos internos sobre

o "vírus do sarampo", mas recusa-se a publicar ou a entregar esses resultados.

6

Assim, a conclusão lógica da afirmação do RKI é que trata-se apenas de uma história de encobrimento para salvar a face, sem qualquer substância, o que é inteiramente típico das autoridades médicas quando são apanhadas numa mentira.

 

3/4

 

Aguarde-se pela reacção

Como reagirá o conglomerado farmacêutico (Big Pharma) e os seus representantes médicos e

cépticos de serviço? Ou ignoram o caso e criam uma última grande CAMPANHA DE MEDO do

sarampo, para vender o máximo de vacinas possível – e então, deixam morrer o mito

silenciosamente, reduzindo o seu prejuízo? Talvez um pânico global equivalente à “gripe aviária

(ou porcina)”, uma espécie de “sarampo porcino”? Ou talvez algo mais assustador esteja em

preparação, algo terrífico como “sarampo de morcego” – “Tome já a vacina para não ser

mordido!”

Este é uma das muitas peças dos dominós do “Big Pharma” que cairão nos próximos meses.

 

Notas finais:

1- Os Estudos foram:

  1. Enders JF, Peebles TC. Propagation in tissue cultures of cytopathogenic agents from

patients with measles. Proc Soc Exp Biol Med. 1954 Jun;86(2):277–286.

<http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/13177653>

  1. Bech V, Magnus Pv. Studies on measles virus in monkey kidney tissue cultures. Acta

Pathol Microbiol Scand. 1958; 42(1): 75–85.

<http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/13508250>

  1. Horikami SM, Moyer SA. Structure, Transcription, and Replication of Measles Virus. Curr

Top Microbiol Immunol. 1995; 191: 35–50.

<https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/7789161>

  1. Nakai M, Imagawa DT. Electron microscopy of measles virus replication. J Virol. 1969 Feb;

3(2): 187–97. <http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/5774139>

  1. Lund GA, Tyrell, DL, Bradley RD, Scraba DG. The molecular length of measles virus RNA

and the structural organization of measles nucleocapsids. J Gen Virol. 1984 Sep;65 (Pt

9):1535–42. <http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/6540797>

  1. Daikoku E, Morita C, Kohno T, Sano K. Analysis of Morphology and Infectivity of Measles

Virus Particles. Bulletin of the Osaka Medical College. 2007; 53(2): 107–14. (Source:

http://positivists.org/blog/archives/3881) <http://www.osaka-med.ac.jp/deps/bomc/articles/532/532daikoku.pdf>

2- http://anonhq.com/anti-vaxxer-biologist-stefan-lanka-bets-100k-measles-isnt-virus-wins-germanfederal-supreme-court /

3- Ibid.

4- Ibid.

5- Ibid.

6- Ibid.

* Fontes adicionais incluem algumas traduções disponibilizadas graciosamente por uma amiga

falante-alemã

Copyright © 2017 The Truth Library. All Rights Reserved

 

 

Obs:

Falta uma figura que ainda não consegui colocar.

A insistência com que tenho vindo a publicar diversos artigo relativos às vacinas, deve-se ao facto de ter recebido a informação que em 2017/06/07 serão votadas as recomendações dos vários partidos:

  • (BE) - Fixação da Redação Final do Projeto de Resolução n.º 821/XIII/2.ª
  • (BE) - «Medidas para aumentar a cobertura vacinal em Portugal», Projeto de Resolução n.º 827/XIII/2.ª
  • (CDS-PP) - «Recomenda ao Governo medidas de cumprimento do programa nacional de vacinação na comunidade escolar», Projeto de Resolução n.º 828/XIII/2.ª
  • (CDS-PP) - «Recomenda ao Governo medidas de cumprimento do programa nacional de vacinação na população adulta e nos profissionais de saúde», Projeto de Resolução n.º 847/XIII/2.ª
  • (PSD) - «Recomenda ao Governo que reforce as medidas de vacinação contra o sarampo e lance uma campanha informativa para esclarecer a população sobre a validade da vacinação incluída no Programa Nacional de Vacinação, em particular no caso do sarampo», e Projeto de Resolução n.º848/XIII/2.ª
  • (PCP) - «Recomenda ao Governo a tomada de medidas que promovam a sensibilização para a importância da vacinação» e análise da proposta de fusão;

 

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