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Já se sabia, os médicos e enfermeiros não são propriamente adeptos de se deixarem vacinar. Nem a si nem aos seus familiares.

Um estudo do RKI, o famoso Robert Koch Institut deu o seguinte resultado:

Para a temporada 2007/08 foram entrevistadas quase 800 pessoas (pessoal médico). Foram entrevistados médicos e médicas, incluindo dentistas, assistentes de médicos e auxiliares, enfermeiros e enfermeiras e fisioterapeutas. A cobertura de vacinação contra a gripe do pessoal médico foi de 22%. 

Resultado de imagem para médicos contra a vacinação

Nota:

O pessoal médico lá saberá porque é tão avesso à vacinação. Talvez se deva ao facto de ter lido a bula e se ter assustado com as reacções adversas/efeitos secundários. Ou viu o fiasco que foi com os pacientes vacinados.

Seja como for e graças a estudos independentes, os ingredientes declarados e não declarados pelos fabricantes de vacinas. mostram como as vacinas pertencem a um local adequado, nomeadamente no caixote de lixo hospitalar.

Que fazem nas vacinas ingredientes tóxicos, como arsénio, alumínio, mercúrio orgânico e inorgânico, urânio, partes de corpos humanos e até o herbicida cancerígeno glifosato?

As percentagens/porcentagens do pessoal médico vacinado, varia de país para país, na maioria dos países latinos são baixas, sendo alegadamente mais altas no Brasil e em Portugal, baixando para menos de 5% em vários países latinos.

 

 

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Fontes:

edoc. rki

AGI

HNA

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Países latinos livres de vacinas!

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13 comentários

De vacinas = matadouro a 31.05.2017 às 07:20

em Portugal é mais ou menos a mesma coisa

^quem matou com sarampo aquela menina no hospital foram os médicos e enfermeiros

os médicos em Portugal e os enfermeiros também não se vacinam mas não falam disso para não perderem o emprego ou verem a carreira terminada

De Geörg Löwenzahn a 31.05.2017 às 08:26

Gibt eigentlich Masernvirus?
Tradução: Existe algum vírus do sarampo?


Gibt es nun eigentlich ein Masernvirus –
oder nicht?


Um dies gleich vorweg zu nehmen: Selbstverständlich können auch wir Ihnen diese Frage nicht beantworten. Allerdings finden wir es zunächst legitim, diese Frage überhaupt zu stellen und äußerst interessant zu sehen, was daraus resultieren kann, wenn es jemand tut.

Gestellt hatte diese Frage der Biologe Dr. Stefan Lanka. Damit sie auch gehört wird, hat er in listiger Weise die mögliche Beantwortung mit einer Art Preisausschreiben verknüpft und versprochen, ein Preisgeld von 100.000 Euro demjenigen auszuzahlen, der Beweise für die Existenz des Masernvirus einreicht, dabei jedoch bestimmte Bedingungen erfüllen muss. Doch dazu noch später.

Der junge Arzt Dr. Bardens, damals noch am Anfang seiner Karriere, nahm sechs Studien zusammen, die er für beweiskräftig genug hielt und sandte sie Lanka zu. Dieser verneinte aber die Erfüllung seiner gestellten Bedingungen und so ging das Ganze vor Gericht durch mehrere Instanzen. Auch die Presse berichtete nun über den sogenannten „Masernprozess“, bekleckerte sich dabei allerdings nicht gerade mit Ruhm. Die Promotion Lankas wurde nahezu überall verschwiegen, Berichte über seine wissenschaftliche Arbeit kamen nicht vor, meistens hieß er nur „der Impfgegner“. Die überwiegende Einseitigkeit der Berichterstattung war offensichtlich.

Das Ganze endete und gipfelte nun darin, dass der Bundesgerichtshof mit einem Beschluss die sogenannte Nichtzulassungsbeschwerde der Revision seitens Bardens Ende letzten Jahres zurückwies und Lanka in einem Newsletter verkündete, der Prozess sei endgültig gewonnen und der Beweis zum Masernvirus nicht erfolgt, dieses sei also folglich nicht existent.

Hat der BGH nun die Nichtexistenz des Masernvirus bestätigt?

Vielleicht haben ja tatsächlich einige Personen geglaubt, die Gerichte könnten nun zur Existenz des Masernvirus urteilen oder wenigstens einen Beschluss fassen. Natürlich ist dies unsinnig, denn im Prozess ging es lediglich um die Frage, ob die Bedingungen erfüllt sind und das Preisgeld ausgezahlt werden muss, genau diese Aufgabe haben die Richter erfüllt.
Aha: ‚Gesamtschau‘. Wie dürfen wir uns das jetzt vorstellen?

Eine mögliche Erklärung liefert uns der Professor für Methodologie an der Europa-Universität Viadrina in Frankfurt/Oder, Prof. Dr. Dr. Harald Walach. In der Reihe „Methodenlehre für Anfänger“ greift er unter Nr. 17 den „Masernprozess“ mit der Frage auf: „Was ist eine ‚wissenschaftliche‘ Tatsache?“ Er beschreibt dort Wissenschaftlichkeit als ein „komplexes Konstrukt“ und zeigt auf, wie aus Forschungen letztlich wissenschaftliche Informationen entstehen und worauf die Anerkennung derselben fußt: „Zum Begriff der Wissenschaftlichkeit gehört aber auch die konsensuelle, soziale Akzeptanz. Dies ist ebenfalls kein Wahrheitskriterium, sondern ein Kriterium für Unstrittigkeit. Strittige Meinungen werden in der Regel nicht als ‚wissenschaftlich akzeptiert‘ oder als ‚wissenschaftlich‘ bezeichnet, sondern von den Gegnern oft als ‚unwissenschaftlich‘ tituliert. Damit ist meist gemeint: ‚nicht von der Mehrheit der auf einem Gebiet Arbeitenden akzeptierte Meinung‘.“

Allerdings begutachtet Walach anschließend selbst die sechs eingereichten Studien gemäß ihrer methodischen Qualität und fasst zusammen: „keine der Studien führt eine wirklich solide negative Kontrolle durch, in der sichergestellt ist, dass nicht schon im Ausgangsmaterial, den Affennierenzellen bzw. in den HeLa-Zellen, das potenziell infektiöse Agens vorhanden ist. Sowohl die eingebrachten Agenzien selbst, oder diese in Interaktion mit dem Zellmaterial, oder dieses allein, oder alles zusammen mit dem Isolat aus dem erkrankten Gewebe könnten für die beobachteten Veränderungen verantwortlich sein.
In diesem Sinne scheint mir der Herausforderer, Dr. Lanka, recht zu haben: mit einer einzigen Studie wird nicht zu beweisen sein, dass es das Masernvirus gibt und mit einer von den hier vorgelegten schon gar nicht.“
http://harald-walach.de/methodenlehre-fuer-anfaenger/17-was-ist-eine-wissenschaftliche-tatsache-ein-kleines-fallbeispiel-der-masernprozess/

Wie kommt man denn bloß auf die Idee, einem „akzeptierten Konsens“ zu widersprechen?

De Manfred Willhelm a 31.05.2017 às 09:04

Hallo. Mein Übersetzer ist schlecht und soweit ich verstanden habe geht´s um Ärtzte die Impfmuffel sind, oder?

De Manfred Willhelm a 31.05.2017 às 09:53

Hallo wieder,

danke für die Infos.

Ich habé immer den Verdacht gehabt dass die Ärzte sich nie impfen lassen oder nur sehr selten.


Grüsse aus Russland

De Enfermeiros Contra a Vacinação a 31.05.2017 às 13:56

"A maioria dos mais de 200 Enfermeiros que trabalham na Linha Saúde 24 não querem ser vacinados contra a gripe A, apesar de fazerem parte do grupo prioritário definido.
O argumento mais avançado para a recusa é, de acordo com a TSF, a falta de testes da vacina e o facto da mesma levantar algumas dúvidas." link
.
Pedro Nunes, Bastonário da Ordem dos Médicos, revelou à comunicação social que "a decisão dos Enfermeiros tem por base uma grande falta de conhecimento"! link

No surto de gripe suína de 1976, nos EUA, morreram mais pessoas como consequência da vacina, do que da gripe propriamente dita!
.
Entretanto a Ordem dos Enfermeiros emitiu uma press release sobre o assunto.

http://doutorenfermeiro.blogspot.pt/2009/10/gripe-enfermeiros-recusam-vacina.html

De Anónimo a 31.05.2017 às 14:23

Os principais meios de comunicação pró indústria farmacêutica gostariam que todos acreditassem que todos os médicos e os “cientistas” concordam que as vacinas são seguras e eficazes, e que os dissidentes são pais sem instrução ou desinformados.
Não é verdade. Os médicos e cientistas que se atrevem a falar contra o status quo, colocando suas próprias carreiras em perigo por contar o outro lado da história, são naturalmente poucos, e claramente em minoria. Mas isso não significa que eles não existam. Significa apenas que eles são em menor número, porque valorizam a verdade e a saúde e o bem-estar do público mais do que as conexões financeiras com a indústria farmacêutica.
Leslie Manookian, produtora do filme “The Greater Good“, lista mais de 150 cientistas e médicos que questionaram as vacinas publicamente. Leia a lista aqui.
Abaixo, trazemos os vídeos de curta duração de três médicas diferentes que fazem todas um excelente trabalho resumindo o “outro lado” da história quando se trata de vacinas. Você não vai ouvir isso em qualquer lugar na mídia corporativa.
Médicos Brasileiros contra as vacinas
Eno Dias de Castro Filho
Médico e doutor em epidemiologia
O médico e doutor em epidemiologia Eno Dias de Castro Filho disponibilizou o artigo “Uma avaliação crítica sobre a vacina do HPV, introduzida pelo Ministério da Saúde” que se tornou viral. É um excelente artigo, com inúmeras referências e estudos, que demonstram que o alarde em torno da eficácia da vacina é exagerado, como também que ela não é segura como anunciado pelo governo e pela indústria farmacêutica.
Daniel Becker
Pediatra, fundador e conselheiro do Centro de Promoção da Saúde e pioneiro da Pediatria Integral no Brasil
Em seu artigo ele fala sobre as ligações da indústria e governo, o marketing agressivo da vacina, sua real necessidade e eficácia, e sobre os seus perigosos riscos.
Leia mais em Vacina contra o HPV: Nem Tudo que Reluz é Ouro
Rodrigo Lima
Médico de família e comunidade
No último congresso de prevenção quartenária, em novembro último, o médico de família e comunidade Rodrigo Lima fez uma apresentação sobre os senões da vacina contra o HPV. Desde então, o assunto tem repercutido nas redes sociais e em grupos de discussão sobre saúde da família.
Leia mais em Os Senões da Vacina Contra o HPV
Carlos Reis
Médico
Carlos Reis, no artigo abaixo, fala sobre a influência da indústria farmacêutica sobre os órgãos de saúde, e o conflito de interesse dos órgãos que decidiram sobre os critérios de pandemia no caso da gripe suína.
Leia mais em [Carta de um médico] Gripe Suína: Admirável Gado Novo
Celso Paoliello Pimenta
Médico especializado em Saúde Pública pela ENSP, tendo feito mestrado e doutorado em Saúde Coletiva pela UERJ.
CRMMG 8153
Em carta enviada ao blog Vi o Mundo, Celso coloca em suspeita a necessidade da vacina contra a gripe suína, citando a baixa letalidade e questionando a necessidade da vacinação em massa.
Leia mais em Carta de Médico Contrário a Vacinação
Dr. Alessandro Loiola
Formado em Medicina pela Escola de Medicina da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, com especialização em Cirurgia Geral pela Fundação Educacional Lucas Machado (Belo Horizonte/MG)

http://www.noticiasnaturais.com/2015/01/medicos-contra-as-vacinas-o-outro-lado-da-historia-que-nao-esta-sendo-contado/

De Médicos contra vacinas a 31.05.2017 às 14:50

No Hospital de Braga, há médicos que se recusam a ser vacinados contra a gripe A, mas a administração acredita que as pessoas estão cada vez mais informadas. Em média, nas urgências hospitalares de Braga, surgem cerca de doze casos de gripe A por dia. Enfermeiros e técnicos de saúde notam que os utentes estão mais sensibilizados, e há cada vez mais gente a recorrer aos desinfectantes para se proteger.

http://www.tsf.pt/portugal/saude/interior/medicos-de-braga-recusam-se-a-tomar-vacina-mas-utentes-estao-cada-vez-mais-informados-1419643.html

De Médicos contra vacinas a 31.05.2017 às 15:57

80 médicos estadounidenses contra las vacunas: Documento del International Medical Council on Vaccination

“Si los niños de EE.UU. recibiesen todas las dosis recomendadas de todas las vacunas recibirían hasta 35 vacunas que contienen: 113 diferentes tipos de gérmenes en partículas, de 59 sustancias químicas diferentes, 4 tipos de células animales y albúmina humana procedente de tejidos de fetos humanos abortados”

“Si usted piensa que no tiene que preocuparse de las vacunas debido a que sus hijos ya son mayores se equivoca. Hay más o menos 20 vacunas actualmente en desarrollo para el lanzamiento en los próximos años. Todas ellas dirigidas a adolescentes y a adultos”
International Medical Council on Vaccination

Las vacunas ya nacieron en el siglo XIX con profesionales en contra de esta práctica médica. Hasta ahora, las voces disidentes que cuestionan distintos aspectos de las vacunaciones (ingredientes, conservantes, número de dosis, edad, combinaciones, etc.) han estado presentes pero de forma discreta y haciendo poco ruido.

http://www.elblogalternativo.com/2011/02/09/80-medicos-estadounidenses-contra-las-vacunas-documento-del-international-medical-council-on-vaccination/

De Médicos contra as vacinas a 31.05.2017 às 14:54

O director-geral da Saúde, Francisco George, reconheceu, esta segunda-feira, que a recusa de alguns profissionais de saúde em serem vacinados contra a gripe A potencia o sentido de desconfiança dos portugueses em relação à campanha de vacinação. Cinquenta e quatro mil doses da vacina contra a gripe A começaram, esta segunda-feira, a ser administradas a grupos prioritários.

Francisco George visitou o Hospital Garcia de Orta, em Almada, onde começaram a ser vacinados os cerca de 1000 profissionais desta instituição contra a gripe A. «Não faz qualquer sentido estar contra a vacinação, até porque quem integra estes movimentos não tem motivação científica para estar contra», afirmou, citado pela Agência Lusa.

O director-geral da Saúde reforçou «a importância da vacina», mas lembrou os princípios constitucionais que permitem aos cidadãos optar ou não pela vacinação.

http://fimdostempos.net/medicos-recusam-vacina.html

De Médicos contra as vacinas a 31.05.2017 às 14:56

Fabricantes de vacinação se recusam a tomar H1N1
Veja o vídeo, fabricantes da vacina H1N1 recusam tomá-la, é preciso divulgar...

www.youtube.com/watch?v=B4SmFxyust0

Tradução:

Apresentadora – … e os EUA começaram a testar uma vacina para a gripe suína em
crianças e adultos, o Departamento Americano de Saúde e Serviços Humanos espera
vacinar pelo menos 160 milhões de pessoas até Dezembro. Para mais informações
acerca disto vamos para a nossa correspondente Priya Sridhar no estúdio de
Washington. Boa noite, quais são as nossas esperanças para esta vacina?

Priya Sridhar – Obrigada, a vacina da gripe suína levantou preocupações em pessoas de todo o mundo, um novo inquérito mostra que um terço das enfermeiras britânicas afirmaram que não vão tomar a vacina porque se encontram preocupadas com os possíveis efeitos secundários. Ora a vacina contra a mesma gripe oferecida nos anos 70,que se supõe ser muito similar àquela que está a ser testada hoje, esteve ligada a um distúrbio neurológico chamado a Síndrome de Guillain-Barré, para discutirmos tudo isto está aqui comigo o jornalista de investigação Wayne Madsen. Wayne muito obrigada por estares aqui. Antes de mais podes dizer-me, quem é que levou esta vacina contra a gripe tão longe e o que ouviste acerca dela?

Wayne Madsen – Bom, aparentemente existe uma comunidade de testes já usada, tenho ouvido também que a vacina que está a ser desenvolvida, que esta não é para toda a gente. Ao que parece crianças foram usadas como, á falta de um melhor termo, ratos de laboratório (cobaias) em Oklahoma, eu sei de por falar com pessoas da comunidade de pesquisa. Até mesmo cientistas, que ajudaram a desenvolver a vacina, dizem que não vão tomar a vacina e estão a avisar os seus amigos e famílias para não tomarem esta vacina.

Priya Sridhar – Que tipo de efeitos secundários experienciaram estas crianças, se é que alguns?

Wayne Madsen – Bem, contido na vacina vem um componente chamado Thamerisol, foi comprovado que … metade deste é composto por mercúrio … e foi comprovado que causa não só Síndrome de Guillain-Barré, mas também Autismo em crianças jovens, tem havido vários casos em tribunal resultantes de casos de autismo após o consumo desta vacina.

Priya Sridhar – E então durante quanto tempo será esta vacina oferecida, será obrigatória para as pessoas, o que sabe disso?

Wayne Madsen – Houve uma reunião aqui em Washington a semana passada onde houve dois temas presentes, tivemos a comunidade de pesquisa, a comunidade médica afirmando que o que precisamos para ajudar a prevenir a população é boa informação e tomar decisões baseadas em factos. Tivemos a comunidade de emergência, a Segurança Nacional (Homeland Security), agentes federais, a falar de forçar factos a nações, a forçar educação aos adolescentes, basicamente temos políticos a comandar tudo isto em vez do grupo médico, que conhecem muito melhor toda esta ameaça que enfrentamos, proveniente desta particular estirpe de Influenza.

Priya Sridhar – Então quão bem sucedida poderia ser uma vacina se a maior parte das pessoas decidirem não a tomar?

Wayne Madsen – Bem para aqueles que a tomarem, eles podem limitar a sua exposição em relação a outros mas o que se anda a ouvir por aí, é que há um movimento Anti-Vacina a começar por toda a América, como disse uma pessoa da comunidade médica, ele disse: “estas pessoas estão a criar uma rebelião”, quase como se isto fosse o inimigo e não pessoas … eles vão invocar todo o tipo de protocolos de situações de emergência, tratando estas pessoas que não querem tomar a vacina, forçando crianças … tudo isto vai levantar muitos problemas entre o povo dos EUA.

Priya Sridhar – E quão testada foi realmente esta vacina, como é que não conseguimos fabricar uma sem todos estes efeitos secundários?

Wayne Madsen – Bem dos testes estamos a ter … talvez … recomendações de três vacinas, duas para a Gripe A e uma outra para a gripe normal, mas todos sabemos acerca dos efeitos desde 1975 e 76, e como tal esta vacina, mesmo entre indivíduos dentro da comunidade médica não é considerada segura.

Priya Sridhar – Quando é que estas decisões são mais prováveis acontecer, se a vacina vai ser obrigatória ou não?



Wayne Madsen – Temos ouvido que a segunda onda de gripe no hemisfério norte vai atacar algures nos finai

De Médicos contra as vacinas a 31.05.2017 às 14:58

Metade dos médicos familiares (também chamados de GP, uma espécie de clínico geral no Reino Unido) não querem ser vacinados contra a gripe suína.

Os GPs serão os primeiros na fila para as vacinas quando elas estiverem disponíveis, mas muitos irão recusar mesmo que que eles tenham que oferecer a vacina para seus pacientes.

Mais de dois terços daqueles que irão recusar a vacina acreditam que ela não foi testada suficientemente. A maioria também acredita que a gripe acabou sendo tão fraca na grande maioria dos casos de forma que a vacina não seja mais necessária.

Na noite passada, especialistas do governo criticaram os GPs que decidirem não tomar a vacina, afirmando que eles colocarão os pacientes em risco desnecessário.

Uma semana atrás, uma pesquisa com enfermeiras mostrou que um terço delas iria recusar a oportunidade de ser vacinas contra a gripe suína.

A notícia de que os médicos não estão convencidos da necessidade da vacina irá causar mais preocupação para os pacientes que forem convidados a tomarem a vacina nos próximos meses.

A pesquisa com médicos para a revista Pulse descobriu que 49% rejeitariam a vacina e 9% estariam indecisos.

Uma outra pesquisa para a revista GP teve como resultado que 29% definitivamente iriam optar por não tomar a vacina enquanto outros 29% estariam indecisos. Apenas 41% disseram que eles definitivamente tomariam a vacina.
Dos que disseram que não queriam a vacina, 71% disseram que era por questões de segurança.

Richar Hoey, editor da revista Pulse, afirma: “A categoria médica ainda não está convencida de toda a estratégia do governo em relação a gripe suína, sendo que a maioria dos GPs acham que o Departamento da Saúde exagerou na sua política sobre a utilização generalizada do Tamiflu. (Nota: Aqui na Inglaterra o Tamiflu é liberado após um rápido check-list por telefone)

“Inevitavelmente, isto acabou levantando também suspeita sobre a campanha de vacinação preventiva”.

Mas o professor David Salisbury, o diretor de imunização do Departamento de Saúde disse à revista GP que os trabalhadores da linha de frente têm um dever a eles mesmos no que tange a vacinação.

David Salisbury afirma: “Eles têm o dever de não infectar seus pacientes e eles têm a obrigação com suas famílias também”.

A revista The Pulse fez o questionário com 15 médicos, enquanto a revista GP falou com 216.

A pesquisa levanta questões sobre o plano de vacinação em massa do governo. A vacina, atualmente sendo produzida, será feita de forma rápida e não será totalmente testada antes de ser administrada a seus pacientes.

Há também preocupação de que a vacina possa iniciar casos da Síndrome de Guillan-Barre (GBS), que pode levar a paralisia ou até mesmo a morte.

O programa de vacinação contra a gripe suína de 1976 nos EUA causou muito mais mortes que a própria doença que deveria combater, e a Agência de Vigilância de Proteção a Saúde do reino Unido já solicitou a médicos neurologistas que fiquem atentos para casos de GBS quando a vacinação for iniciada.

No inicio deste mês, o Chefe do Escritório da Saúde (espécie de Ministro da Saúde britânico), anunciou que a vacina será dada a pessoas em grupos de alto-risco, tais como aqueles com asma e diabetes, tão bem como a trabalhadores do setor da saúde como GPs e enfermeiras.

Em torno de 14 milhões estarão cobertos pela primeira “onda” do programa de vacinação, e o todo o resto da população seria vacinada nos meses que se seguirem.

A Associação Médica Britânica (BMA) está negociando com os médicos como eles serão pagos para aplicarem as vacinas. A associação dos médicos está exigindo 7 libras (em torno de 21 reais) para cada injeção aplicada.

O porta-voz da BMA falou que “A nova vacina tem sido meticulosamente testada e nós acreditamos que ela proverá uma boa proteção contra a gripe suína”.

“É importante que os médicos estejam entre os primeiros a serem oferecidos a vacina porque irá não só protegê-los, mas também os seus pacientes.
Entretanto, os médicos, como todos os indivíduos, têm o direito de decidir se eles serão vacinados ou não”

Fonte original: Daily Mail

De Médicos contra as vacinas a 31.05.2017 às 15:05

Quem é o primeiro a dar o braço? (Os Médicos recusam mais, mas os Enfermeiros é que sofrem a mediatização!)



"Governos por todo o mundo garantem imunidade total às companhias farmacêuticas caso existam processos legais devido a mortes e lesões provocadas pela vacina." link

Depois do Bastonário da Ordem dos Médicos (OM), Pedro Nunes, vir a público afirmar que a decisão dos Enfermeiros em não quererem ser vacinados contra a Gripe A "tem por base uma grande falta de conhecimento", vem agora o Presidente da Sociedade Portuguesa de Obstetrícia e Ginecologia, Luís Graça, deixar mais lenha para a fogueira, declarando que as dúvidas dos Enfermeiros "o deixam perplexo" e que "não aceita as mesmas".

Segundo o Bastonário da OM, já a razões pelas quais os Médicos não se querem vacinar estão relacionadas com a "percepção da pouca gravidade da doença" por parte dos mesmos!

Dois motivos para a mesma situação? Se um Enfermeiro não se vacina é porque não sabe. Se um Médico não se vacina é porque acha que não é necessário. Curioso, os argumentos "infundados" (segundo alguns) e baseados em "falta de conhecimento" (segundo o Bastonário da OM) que os Enfermeiros invocam, são precisamente os mesmos que os Médicos invocam por todo o mundo! Irónico?

É tudo muito "evidente" em termos científicos, mas... "dá lá o teu braço, que no meu ninguém toca"!
.
"Alemanha terá uma vacina da gripe suína para o governo e outra para a população" link
.
"Durante o surto de gripe suína nos EUA em 1976, que levou o governo norte-americano a ordenar um programa de vacinação em massa para toda a população, a vacina causou mais mortos que o próprio vírus, levando a um escândalo que provocou a demissão do então director do Center for Disease Control and Prevention (CDC)." link
.
"O governo britânico avisou no mês passado os médicos para seguirem atentamente os casos desta síndrome e reportá-los todos à Agência de Protecção de Saúde inglesa. De acordo com o jornal britânico Daily Mail, uma carta assinada por 600 neurologistas indica «existirem, ao mais alto nível, receios que a vacina possa provocar complicações muito graves»." link
.
"«O CDC e a Academia Norte-americana de Neurologia pediu a todos os neurologistas para reportarem os novos casos de Guillain-Barre em pessoas vacinadas neste Outono e Inverno ao sistema de alerta da Food & Drug Administration» (FDA, a agência norte-americana que regula a comercialização de fármacos e alimentos), noticia o jornal norte-americano The Oregonian." link
.
"Some of the vaccine will be stored in multi-dose vials containing thimerosal, an antibacterial additive that contains mercury." (The Washington Post) link
.
Os Médicos têm recusado mais vacina do que os Enfermeiros...
.
"Half Of Doctors Will Refuse To Take Swine Flu Shot" link
"Half of GPs refuse swine flu vaccine over testing" link
"A third of nurses will refuse to have the swine flu jab" link

http://doutorenfermeiro.blogspot.pt/2009/10/parodia.html?m=0

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