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No mundo ocidental é vulgar andar carregado de emoções, emoções frequentemente reprimidas e na mioria das vezes a pessoa foge das próprias emoções o que não costuma trazer um bom resultado. Ou às vezes até parece dar mas termina sempre por cobrar um alto preço, ao fujir uma vez, terá que fugir sempre! Esse processo, ao qual se chama de "esquiva/fuga experiencial", está correlacionado, de acordo com inúmeras pesquisas, a índices mais elevados de stress/estresse. Tem sido inclusive sugerido que a "esquiva experiencial" seria um dos componentes centrais dos transtornos de ansiedade, – p.ex.no caso do Transtorno de Pânico -  em que as reações físicas são tão assustadoras que podem, por si só, serem entendidas como ameaçadoras e dessa maneira darem origem a derrames, dores, enfarto/infarto, etc. Este mecanismo aponta para uma má relação do indivíduo com suas próprias experiências emocionais, i.e. com a sua própria vida!

 

Foto de ventos de paz

 

Benefícios da meditação

- Ganho de atenção e concentração

- Mais qualidade de sono

- Redução da dor crônica, cefaleias e muitos outros processos dolorosos e inflamatórios

- Redução do estresse, da ansiedade e de sintomas depressivos

- Redução da impulsividade e comportamentos compulsivos

 

Um dos vários exercícios possíveis
Procure se sentar de maneira confortável. Pode ser em uma cadeira, em um sofá, onde quer que você se sinta estável e acomodado o bastante para permanecer sem se mexer por algum tempo. Feche os olhos e, por 5 minutos, apenas perceba o que acontece. Não é preciso fazer mais nada – nem relaxar, nem respirar de determinada forma, nem visualizar nada. Apenas fique em silêncio, e entenda: o que está a sentir? Existem sensações físicas possíveis de se perceber? Como está o seu corpo? E suas emoções? Você está sentindo alguma coisa? Como é sentir isso? Como sua mente reage a essa percepção? Muitos pensamentos? Você “embarca” nestes pensamentos com facilidade? É possível não ceder a eles e continuar conectado ao seu corpo, experienciando tudo o que acontece dentro de você?

É bem possível que esses curtos 5 minutos lhe pareçam uma ETERNIDADE. É bem possível que você se sinta impaciente – opa, uma emoção a ser percebida. Ou pode ser que você “viaje” nas sensações, se perca em memórias, ou que simplesmente fique insistentemente pensando no que afinal você precisa fazer amanhã. Tudo isso é alvo de atenção. Tudo isso é você acontecendo. E muitas coisas podem ser desagradáveis – como a impaciência, dores físicas, e outras das infinitas possibilidades de experiência humana. TUDO alvo de atenção. Absolutamente tudo.

Não é de se surpreender que, portanto, começar a praticar a atenção plena possa exigir um grau alto de dedicação, disciplina e muita coragem (afinal, quem topa ficar prestando atenção na tristeza quando se está triste?). Entretanto, assim como a hora de se consertar o telhado é quando não está chovendo, a prática de mindfulness costuma ser mais fácil de se instalar quando você está em um estado emocional mais “neutro”. Assim, você pode iniciar pequenos exercícios no seu dia-a-dia, sem qualquer pretensão de alterar nenhuma emoção, apenas estando consigo mesmo e se observando, observando os seus sentimentos, seus pensamentos e sua forma de reagir a eles.

Pode parecer, a princípio, que isso não é “meditar”, especialmente se você carrega consigo ideias sobre a meditação que sejam pouco correspondentes com a realidade – como por exemplo, de que meditar é “esvaziar a cabeça”, “se iluminar” ou ter uma grande “revelação”. Pode ser que isso aconteça, como pode ser que não aconteça. Na verdade, essa não é a nossa primeira intenção, ao menos se estivermos considerando que estamos trabalhando nossa atenção e presenças absolutas, e nada mais.

Assim, um ponto fundamental dentro da prática é a sua expectativa. Curioso paradoxo: embora se espere que a meditação ajude você a ter mais qualidade de vida, na hora de praticar é mais recomendável que você se mantenha isento de ideias sobre o que deve e o que não deve acontecer. Isso porque nossa experiência emocional é tão variada e flutuante que pode ser que, num dia, a meditação traga paz e tranquilidade, e que no outro, você entre em contato com sentimentos aversivos. E se você se mantiver aberto à experiência, sem julgar, sem se assustar, sem se esquivar, poderá sentir que inclusive estas emoções desagradáveis tendem a amenizar com a prática contínua.

 

Obs.:
Se a meditação não tivesse algum efeito benéfico, muito provavelmente povos tão antigos e tradicionais como os chineses, japoneses, indianos, etc não o fariam há tanto tempo.
Ainda que por enquanto a meditação não seja para toda a gente deste planeta, ainda assim o mundo ocidental pode sair beneficiado com esta prática. 

 

Fonte:

Parte de  Ana Paula Varella Ferreira

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5 comentários

De Dr. Mercola a 08.06.2017 às 21:43

Por Dr. Mercola

Existem atualmente duas vacinas contra HPV no mercado, mas se houvesse verdadeiro embasamento científico, nenhuma das duas seria tão promovida como são atualmente. A primeira, Gardasil, obteve licença do órgão americano FDA (Food and Drug Administration) em 2006. Agora ela é recomendada como vacinação de rotina para meninas e mulheres entre 9 e 26 anos nos Estados Unidos.

Em 25 de outubro de 2011, o Comitê consultor de práticas de imunização do Centro americano de controle e prevenção de doenças (CDC) também decidiu recomendar a administração da vacina contra HPV para homens entre 11 e 21 anos. A segunda vacina contra HPV, Cervarix, foi licenciada em 2009.

Recentemente, uma nutricionista oncológica indicou grandes discrepâncias em um novo estudo sobre a eficácia da vacina contra HPV publicado no periódico Journal of Infectious Diseases, que avaliou dados das Pesquisas Nacionais de Exame Nutricional e Saúde (NHANES), de 2003 a 2006 e de 2007 a 2010.

O estudo indicou que a administração da vacina contra HPV entre as meninas jovens nos Estados Unidos tem sido baixa, mas concluiu que:


"Quatro anos depois da introdução da vacina, a prevalência do HPV do tipo presente na vacina caiu entre as mulheres com14 a 19 anos apesar do baixo uso da vacina. A eficácia estimada da vacina foi alta".

Avaliação do impacto geral da vacina contra HPV

Em seu artigo, Sharlene Bidini, nutricionista oncológica, indica que a conclusão do estudo foi baseada em 740 meninas, das quais somente 358 eram sexualmente ativas, e dessas, somente 111 receberam pelo menos uma dose da vacina contra HPV. Basicamente, a grande maioria não estava vacinada e praticamente metade não apresentava risco de contrair HPV uma vez que não eram sexualmente ativas.


"Se os autores do estudo estavam tentando descobrir a eficácia da vacina, por que eles incluíram meninas que não haviam recebido nenhuma dose da vacina contra HPV ou que informaram não ter relações sexuais?" indaga ela.

"A tabela 1 do artigo do periódico compara 1.363 meninas entre 14 e 19 anos do período pré-vacina (de 2003 a 2006) com todas as 740 meninas do período pós-vacina (de 2007 a 2010) independentemente do histórico sexual ou estado de imunização".

No período pré-vacina, estimou-se que 53% das meninas sexualmente ativas entre 14 e 19 anos tinham HPV. Entre 2007 e 2010, a prevalência geral do HPV na mesma população caiu um pouco mais que 19% para uma prevalência geral de quase 43%.

Conforme indica Bidini, NÃO se pode alegar que essa queda na prevalência de HPV foi devida à eficácia das vacinações contra HPV. Pelo contrário, os dados mostram claramente que foram as meninas não vacinadas nesse grupo que mostraram o melhor resultado!


"De 2007 a 2010, a prevalência geral do HPV era de 50% nas meninas vacinadas (de 14 a 19 anos), mas de somente 38,6% nas meninas não vacinadas da mesma idade.

Sendo assim, a prevalência do HPV caiu 27,3% nas meninas não vacinadas, mas somente 5,8% no grupo vacinado. Em quatro de cada cinco medidas diferentes, as meninas não vacinadas apresentaram menor incidência de HPV", afirma ela.

Além disso, em um só caso em que as meninas não vacinadas tiveram prevalência de HPV 9,5% maior, uma nota informava que o erro padrão relativo era maior do que 30%, fazendo com que Bidini suspeitasse que "os valores de intervalo de confiança devem ter sido extremamente amplos. Portanto, este número em particular está sujeito à muita variação e não tem muito valor".

Outro fato oculto entre os dados informados foi que entre as 740 meninas incluídas no período pós-vacina (de 2007 a 2010), a prevalência dos tipos de HPV de alto risco, não relacionados à vacina, também caiu muito, de pouco menos de 21% a um pouco mais que 16%.

Portanto, houve uma queda em geral no HPV de todos os tipos, esteja ele incluído na vacina ou não. Isso indica uma redução na prevalência de HPV que não tem nada a ver com a cobertura da vacina. Além disso, para começar, a administração da vacina foi muito BAIXA.

Em geral, pode-se concluir que houve falhas graves no projeto deste estudo, sejam elas intencionais ou não, levando os pesquisadores a concluir equivocadamente que a eficácia da vacina foi "alta". Está claro que a eficácia da vacina foi qualquer coisa menos alta, já que o grupo não vaci

De infovacinas a 08.06.2017 às 22:18



http://infovacinas.com/

De DN a 08.06.2017 às 22:18



http://www.dn.pt/portugal/interior/vacina-contra-a-meningite-b-com-36-suspeitas-de-reacoes-adversas-graves-4788144.html

De Anónimo a 08.06.2017 às 22:19



http://articulos.mercola.com/sitios/articulos/archivo/2017/06/06/poblacion-vacunada-contra-no-vacunada.aspx?utm_source=espanl&utm_medium=email&utm_content=art1&utm_campaign=20170606&et_cid=DM145909&et_rid=2030224033

De Direitos a 08.06.2017 às 22:25



https://www.change.org/p/european-parliament-respeitar-promover-e-proteger-o-consentimento-livre-e-informado-em-vacina%C3%A7%C3%A3o-na-europa?recruiter=673412165&utm_source=share_petition&utm_medium=facebook&utm_campaign=share_petition&utm_term=des-lg-no_src-custom_msg

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