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Pesquisadores de uma nova análise gestacional disseram que a exposição a pesticidas durante a gravidez aumenta o risco do bebê/bebé desenvolver tumores cerebrais. Para chegar a esta conclusão, os pesquisadores realizaram entrevistas com cerca de 3.500 crianças menores de 15 anos a partir de dois testes anteriores. 437 dos indivíduos do estudo tiveram câncer/cancro cerebral.

foto: infosalus

 

 

“Nossas descobertas acrescentam outra razão para aconselhar as mães a limitarem sua exposição a pesticidas durante o tempo da gravidez“, disse Nicolas d’Egurbide Bagazgoïtia, principal autor do estudo.

Os pesquisadores descobriram que crianças de mulheres expostas a pesticidas apresentaram risco 1,4 vezes maior de terem um tumor cerebral. Eles concluíram que isso é resultado da ampla utilização de pesticidas, os quais são produtos químicos nocivos usados ​​para matar insectos, na agricultura convencional/química/intensiva. Além disso, os pesquisadores disseram que os pesticidas contêm compostos cancerosos que prejudicam a placenta, resultando em tumores cerebrais manifestados na infância.

As culturas que contêm mais pesticidas são os morangos, espinafres, nectarinas, maçãs e pêssegos. Por outro lado, os abacates, milho doce, abacaxi, couves e cebolas são os menos contaminados, de acordo com o EWG.

 

A equipe/equipa concluiu que as mulheres grávidas devem comer mais alimentos biológicos e vitaminas para reduzir o risco de câncer/cancro.

O estudo foi publicado no International Journal of Cancer.

Outro estudo de várias universidades e hospitais na Filadélfia, Estocolmo e Bristol recomenda que o consumo de vitaminas durante a gravidez, já que elas reduzem o risco das crianças desenvolverem autismo em cerca de 50% .

 

Os pesquisadores estudaram os dados de 273.107 mães e crianças que vivem em Estocolmo, na Suécia. Eles registraram/registaram o uso de suplementos de ácido fólico, ferro e multivitamínicos durante a primeira visita pré-natal. As crianças nasceram de 1996 a 2007. Além disso, os pesquisadores identificaram casos de transtorno do espectro do autismo (TEA) nos registros nacionais.

Os resultados do estudo, publicados no British Medical Journal, mostraram que as mulheres que não tomavam multivitamínicos, com ou sem suplementos de ferro ou ácido fólico, tiveram maiores possibilidades de desenvolver autismo com deficiência intelectual em relação àquelas que tomaram multivitamínicos. Factores que podem afectar os resultados do estudo também foram considerados pelos pesquisadores.

As descobertas foram inconsistentes quando os especialistas examinaram a relação entre o consumo de ferro e ácido fólico sozinhos e o risco de autismo. No entanto, os pesquisadores também observaram que são necessários mais estudos para apoiar o vínculo do consumo de multivitamínicos durante a gravidez e o risco de autismo em crianças.

 

O autismo pertence a uma variedade de condições caracterizadas por dificuldades com habilidades sociais, comportamentos repetitivos, fala e comunicação não-verbal, e pontos fortes e diferenças individuais. As características mais óbvias do autismo aparecem entre as idades de 2 a 3, embora em alguns casos, ela possa aparecer já com 18 meses de idade. 

 

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Fonte:

Notícias Naturais

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