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Você sabia que a inter-acção com a natureza pode reduzir o estresse/stress, a pressão sanguínea, infecções e outras doenças?

Olhar árvores pela janela, ter plantas em casa ou ouvir o canto dos pássaros pode aliviar a tensão do dia a dia.

Já há quem defenda que, sem o convívio com plantas, animais e ar puro, as crianças de hoje serão adultos obesos, nervosos e doentes amanhã!

A natureza, - os nossos ancestrais já o sabiam há milhares e milhares de anos - exerce um enorme potencial de cura na nossa vida e começa agora aos poucos a ser explorado beneficamente finalmente pela medicina convencional/alopática/química.

 

Por mais difícil que seja de acreditar, devido às circunstâncias citadinas contra-natura nas quais imensos seres humanos vivem actualmente, especialmente nas grandes cidades, convém salientar que o ser humano passou durante centenas de milhões de anos da sua existência em contacto directo com a natureza. Levando isso em conta, não é tão difícil compreender que o contacto com o verde das árvores e plantas, com o chilrear dos pássaros e até com um belo nascer do sol, possa aliviar estresse/stress, melhorar o equilíbrio físico/emocional/mental e assim diminuir as probabilidades de desenvolvimento de doenças mentais.

 

Já no séc. XIX (19), Van Gogh relatava os benefícios do contacto com a natureza, ao retratá-la nas suas pinturas, como era benéfico para sua saúde mental, enquanto ele estava internado voluntariamente, para tratar seu transtorno bipolar.

Na cidade, nosso cérebro está constantemente sob estímulos. Hoje em dia com as peças electrónicas e digitais que muitos citadinos têm em casa, aumenta ainda mais a estimulação e poluição do sistema nervoso humano. Em pouco tempo, ele já está fatigado e chega a apresentar perda de memória. Quando o ser humano vislumbra um pouco de verde, essa imagem causa logo alívio cerebral, permitindo um intervalo para o cérebro agitado de toda a loucura urbana.

 

Vários estudos demonstram que, em ambientes com um mínimo de presença da natureza, não apenas o desempenho, mas o foco na tarefa a ser realizada é maior. Seja essa presença natural ou artificial, ela causa uma reacção automática no cérebro, reconhecendo e aceitando esse alívio. Escritórios sem janelas, as pessoas ficam mais insatisfeitas com seu trabalho, ficam doentes com mais frequência e faltam mais, apresentando alto nível de ansiedade e tensão, caracterizando a conhecida síndrome do edifício doente, reconhecida pela OMS-Organização Mundial da Saúde. Já em lugares com algum elemento verde, os trabalhadores são mais satisfeitos com seu trabalho, mais pacientes e ficam menos doentes. E, em escolas, alunos que têm aulas em salas com vista para a natureza têm melhores notas e mais concentração.

 

Para crianças, brincar ao ar livre, além de estimular a imaginação e criatividade, ocasiona uma sensação de liberdade, livrando seus cérebros, momentaneamente, dos constantes estímulos da cidade. O mesmo acontece para pessoas com DDA (Deficit de atenção), que, em um ambiente mais natural e aberto, sentem menos pressão e estímulos. Em pacientes com Alzheimer, lugares abertos e com diversidade de plantas, cores, cheiros e disposição, causam situações positivas. O mesmo vale para pacientes com demência e depressão, proporcionando uma distracção tranquila.

O ideal então é o contacto directo com a natureza, seja ao ar livre ou através de uma janela, seja em campos e florestas ou em parques, praças e jardins públicos ou privados.

 

Em vez de drogas farmacêuticas para emagrecer e algumas outras doenças típicas da sociedade doentia da actualidade, receitam-se caminhadas e trilhas pelos parques/bosques e manchas florestais. Em vez de drogas para a asma, alergias, hiper-actividade, deficit de atenção e leve depressão, devem ser feitas incursões pela mancha verde/mata/bosque. Actualmente apenas países como a Alemanha, Áustria, China, Confederação da Rússia, timidamente em França, Suíça ingressaram por esta via natural e sem efeitos secundários.

Para se ter uma sociedade mais feliz e saudável, é imperioso ajudar na preservação do meio ambiente, da ecologia da cidade e arredores. Quando esse requisito está minimamente garantido, então é possível prescrever a vitamina N(atural).

 

10 benefícios do contacto directo com a natureza:

1  Sol e a vitamina D
É conhecida a importância da vitamina D para a saúde dos dentes e dos ossos. Ainda que ela esteja presente em alguns grupos de alimentos, o sol é uma boa fonte dessa substância. Mesmo em cidades ensolaradas é comum a população ter deficiência dessa vitamina, devido ao facto de essa população passar quase todo o tempo enjaulada em escritórios, fábricas/usinas, empresas e em casa. A exposição ao sol, nos horários de menor risco, é fundamental e por períodos que podem chegar às 2 h, é crucial.

No nosso corpo, a vitamina D actua melhorando a absorção de cálcio, além de estar relacionada a melhor qualidade de humor e a redução do risco de desenvolver câncer/cancro, doenças cardíacas, AVC (acidentes vasculares cerebrais) e diabetes. Por ser capaz de provocar relaxamento dos vasos sanguíneos, ela também melhora a circulação sanguínea e diminui a pressão arterial.

 

2 – Mais benefícios do sol
A luz solar não é uma óptima influência apenas no que diz sentido à produção e absorção de vitamina D; na verdade, o hormônio/hormona melatonina, que é responsável por regular o nosso relógio biológico, precisa de luz para ser produzido. Se você tem problemas para dormir cedo e acordar cedo, adivinha o que pode ser uma boa ajuda? Isso mesmo: ficar ao sol.

 

3 – Uma questão de saúde mental
Muitas vezes nem percebemos, mas vivemos tão cheios de tarefas, preocupações e obrigações que vamos, aos poucos, dando combustível ao estresse/stress, à depressão, à ansiedade e a tantos outros males provocados pela sobrecarga de actividades.

Quando a coisa fica mais grave, é fundamental procurar orientação de saúde, e uma das maneiras de evitar que a situação se agrave demais é buscar uma forma de estar em maior contacto com a natureza. Se a ideia é esvaziar a cabeça, procure um cenário natural e desfrute.

 

4 – Foco/Concentração
Outro efeito colateral do excesso de tecnologia e de informação é a dificuldade de concentração – são raras as pessoas que conseguem se sentar diante de um computador e realizar apenas uma tarefa. Se o objectivo é fazer um relatório, por exemplo, é bem possível que o navegador tenha inúmeras abas/janelas abertas, muitas sem qualquer relação com o assunto do relatório.

Um estudo realizado, revelou o que para muita gente já era evidente: passar algum tempo em contacto com a natureza, de preferência sem interferências tecnológicas, é uma óptima forma de deixar os problemas e o estresse de todo dia em segundo plano. Dessa forma, ficamos mais concentrados e conseguimos realizar nossas tarefas de um modo melhor.

 

5 – O cérebro agradece
Por mais que nosso órgão "pensador" seja capaz de tarefas que nem mesmo a Ciência (somente a Ciência Iniciática sabe) conseguiu desvendar ainda, isso não significa que damos conta de tudo. Na verdade, o cérebro também precisa de descanso.

Só para se ter ideia, ele necessita de 20% de toda a energia que o corpo humano produz – esse valor aumenta em até 10% quando precisamos nos focar em algum tipo de desafio mental. O facto é que mesmo quando estamos descansados, o cérebro continua trabalhando – ainda bem!

Quando as pessoas estão com suas mentes vagando, o que acontece muito mais facilmente com quem está em contacto com a natureza, o cérebro entra em um estado conhecido como “rede neural em modo padrão”, que é um complexo sistema de comunicação coordenada entre todas as partes dele.

Essa actividade é fundamental durante o processo de desenvolvimento ou compreensão do comportamento humano, o que nos ajuda a entender melhor nossa própria identidade.

 

6 – O problema ainda é estresse?
Um estudo holandês revelou que passar tempo na natureza e realizar tarefas relacionadas a ela, como cuidar de um jardim ou de uma horta, é um melhor combatente do estresse do que actividades de lazer. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores observaram as respostas de dois grupos de voluntários, que realizaram actividades estressantes e, em seguida, tiveram um tempo de descanso.

Um grupo de pessoas foi instruído a ficar em um ambiente fechado, lendo, enquanto outro deveria realizar actividades de jardinagem durante 30 minutos. Os jardineiros não apenas relataram um estado de humor melhor do que os leitores como tiveram registos de queda de produção do cortisol, substância conhecida como “hormônio do estresse”.

 

7 – A relação entre ar fresco e boa pressão arterial
Em ambientes fechados ou com muita poluição, o corpo precisa trabalhar mais para suprir suas necessidades de oxigenação. Trabalhar mais significa ter um aumento dos batimentos cardíacos e da pressão arterial, o que não é um bom negócio.

 

8 – O poder da respiração
Respirar é um exercício básico e involuntário que, graças aos inúmeros novos estudos a respeito, parece ser também um jeito fácil de resolver algumas questões de saúde física e mental – se você tem dificuldades para dormir, neste texto nós ensinamos uma técnica de respiração que promete ser bastante útil nesse sentido.

A verdade é que, ao que tudo indica, exercícios de respiração também diminuem a produção de hormônios que estão relacionados com o estresse e, de quebra, ajudam você a lidar melhor com situações estressantes no futuro. Nesse sentido, vale saber que uma respiração acelerada é um prato cheio para que seu corpo fique em estado de alerta e, consequentemente, estressado. Por outro lado, respirações lentas e profundas são capazes de deixar você mais calmo rapidinho/rapidamente.

 

9 – A oxigenação do seu corpo e o seu bem-estar
A serotonina é um neurotransmissor conhecido por afectar nosso humor, apetite, memória, comportamento social e outros processos importantes. Quanto melhor for a oxigenação no seu cérebro, maiores serão os níveis de serotonina. O ideal, é claro, não é ter a substância em excesso, pois isso pode provocar tensão e irritabilidade. Agora, se a serotonina está em baixa, você fica deprimido.

Respirar ar fresco ajuda a regular os níveis de serotonina e, consequentemente, promover sensações de felicidade e bem-estar. Além do mais, o ar “puro”, encontrado em ambientes naturais tem um efeito ainda mais relaxante em nosso corpo. O ar de ambientes não poluídos, como uma cachoeira em um lugar afastado, aumenta a amplitude das ondas cerebrais, o que gera um efeito tranquilizante imediato.

 

10 – Mexer na terra é óptimo
Quando pensar em natureza, não se foque apenas em ar não poluído, árvores, passarinhos e cachoeiras/cascatas. A terra também é uma fonte de energia e alegria, e isso já é cientificamente comprovado: uma pesquisa feita pela Universidade do Colorado revelou que uma bactéria inofensiva, encontrada no solo, pode agir como uma espécie de antidepressivo natural.

Isso acontece porque a tal microrganismo nos faz produzir mais serotonina, aquele mesmo neurotransmissor sobre o qual falamos no item anterior. A mesma bactéria parece também fazer bem ao nosso sistema imunológico. É claro que, em regiões muito poluídas, a dica de mexer na terra não vale, mas criar uma pequena horta em casa, por exemplo, é sempre uma boa ideia.

 

Resumindo, as vantagens do contacto com a natureza são:

Entre as vantagens que a natureza proporciona é fácil mencionar:


- A influência da natureza ajuda a recuperar o cérebro da fadiga causada por trabalho, estudo, melhorando o desempenho e a satisfação;

- Actividades ao ar livre podem aliviar sintomas de Alzheimer, demência, estresse e depressão;

- Alivia os sintomas de depressão e previne doenças cardíacas;

- Contacto com a natureza ajuda no desenvolvimento das crianças, encorajando a imaginação, criatividade e a interacção social;

- Diminui sintomas de DDA (Distúrbio de Deficit de Atenção) em crianças, podendo diminuir, também, o uso de drogas farmacêuticas;

- Elevação dos níveis de vitamina D;

- Mais exercícios e melhor auto-estima;

- Melhora a concentração e criatividade;

- Melhora a concentração e criatividade;

- Melhora a actividade respiratória;

- Proporciona um óptimo espaço para actividades físicas, que melhoram o aprendizado, a memória e as funções cognitivas;

- Proporciona um sentimento de sentir-se mais vivo, feliz e sem estresse;

- Quando incorporada no design de prédios, propicia calma, inspira ambientes e estimula o aprendizado e a curiosidade;

 

Nota:

Há quem aproveite a ida à natureza/verde e aproveite para orar e diz que é divino.

Evite os locais com rastos químicos.

 

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Fontes e imagens:

Info.Kopp-Verlag

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Pravda-TV

Zentrum der Gesundheit

 

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1 comentário

De José Guerra a 13.08.2017 às 12:13

O grande problema das cidades são os rastos químicos que vão adoecendo e adormecendo as pessoas.

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