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Pequim deu luz verde à plantação de cânhamo/canábis em 2 províncias e está a investir fortemente no desenvolvimento de novas espécies. Incursão no mercado fitoterápico ocidental pode revolucionar a indústria!

Foto: 21china

 

 Muitos turistas ocidentais quando estão em cidades históricas como Lijiang ou Dali, ficam muito admirados quando simpáticas velhotas lhes oferecemcanábis para comprar. Ali se vende nas ruas e à luz do dia. São as  chamadas cidades paraíso da canábis/cânhamo na China mas existem mais cidades chinesas.

Há quem lhe chame o “ouro verde” e, já faltou menos para que conste na prateleira de uma loja perto de si. O cânhamo, uma variedade da planta cannabis sativa - cuja espécie mais afamada do grande público é o cânhamo, - cada vez mais atractiva no mega negócio, e que tem na China um actual super-produtor e um potencial super-vendedor. Resultado dessas mesmas potencialidades são as mais de 300 patentes relacionadas com a canábis - num universo de cerca de 600, segundo a Organização Mundial da Propriedade Intelectual - que têm o selo da investigação chinesa.

A canábis está a começar finalmente a ser aceite na medicina ocidental e a supremacia das patentes chinesas sugere que a ciência fitoterápica está a evoluir rapidamente na China e a ultrapassar as capacidades do Ocidente. A medicina tradicional chinesa está pronta para tirar proveito dessa tendência em crescimento.

O caminho que levará a China também ao estatuto de super-potência no campo da comercialização do cânhamo para o sector fitoterápico ainda não será de um dia para o outro. Actualmente, a maior parte do cânhamo que é produzido em território chinês vai directamente para a indústria têxtil e alimentar.

Foto: 21china

 

1 país, 2 sistemas

Como se explica então que num país que não permite a plantação de cannabis sativa, um agricultor chinês consiga cobrar 10 mil yuan, quase 1.300 euros, pela colheita de 1 ha da referida planta e ainda assim não ir para a cadeia? Ter à disposição mais de 9,5 milhões de metros quadrados de território ajuda bastante. Consciente do potencial do produto e instruída pela doutrina “1 país, 2 sistemas”, concebida nos anos 80 por Deng Xiaoping, a actual liderança chinesa acedeu a regular e legalizar a produção e comercialização do “ouro verde”por enquanto  em apenas 2 províncias do país, onde há mais de 3000 anos se cultiva o produto proibido..

Hailongjiang, a nordeste, e Iun´Nan, a sudoeste, são hoje em dia armazéns gigantescos a céu aberto e, juntos, cultivam metade do total de cânhamo legalmente comercializado a nível mundial, de acordo com o Gabinete Nacional de Estatísticas da República Popular da China. As suas condições climatéricas extremas - particularmente em Hailongjiang, um território gelado que faz fronteira com a Rússia - ajudaram as 2 províncias a tornarem-se verdadeiros laboratórios e ofereceram a cientistas e investigadores, financiados pelo Estado, a oportunidade de desenvolverem novas espécies de canábis e de testarem o seu impacto na elaboração de novas soluções fitoterápicos.

Com escritórios na Europa, Canadá, Japão, Eua ou Israel, o Grupo de Investimento em cânhamo, (em português), com sede em Pequim, é uma das empresas chinesas que olha com especial interesse para a cada vez maior abertura dos mercados nacionais e regionais à comercialização da canábis/cânhamo para fins medicinais. O seu presidente, Tang Xin, não tem dúvidas de que esse passo abrirá a torneira do lado chinês e arrisca mesmo numa previsão ambiciosa. “Acreditamos que em 5 anos o sector vai tornar-se numa indústria de 100 mil milhões de iuans , aprox. 1,3 mil milhões de euros, na China”, disse ao “South China Morning Post”.

Aos investimentos já conhecidos no domínio comercial, militar, científico, espacial e diplomático, a China acrescenta agora nova entrada a pés juntos na indústria fitoterápicos, com os olhos postos nas potencialidades da canábis. 

 

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Fontes:

Xinhua

21China

 

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